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Liberada por clube turco, Thaísa jogará no Brasil em 2018

Um dos maiores nomes do vôlei nacional, Thaísa está bastante próxima de retornar às quadras brasileiras. Atualmente vinculada com o Eczacibasi Vitra, da Turquia, a central renovou seu contrato até 2019 e conseguiu uma liberação para que consiga se recuperar da lesão no joelho esquerdo no Brasil e retorne às atividades por um clube brasileiro.

Operada no último mês de junho, a atleta bicampeã olímpica tem seu retorno ás quadras previsto para o início de janeiro de 2018. Estudando propostas de clubes brasileiros, a jogadora foi liberada pelo seu clube turco para a disputa da Superliga 2017/2018.

“Estou muito feliz por ter renovado por mais um ano com o meu clube na Turquia, por continuar a fazer meu tratamento com pessoas que confio e em permanecer ao lado da minha família, especialmente porque essa é uma fase muito difícil”, declarou.

Thaísa sofreu uma lesão na cartilagem, que precisou ser transplantada, e no menisco durante a disputa da liga turca, no mês de janeiro. Em abril, a central sofreu uma nova contusão. Dessa vez, no ligamento lateral do tornozelo direito. Após dois dias internada em um hospital de Istambul, e impossibilitada de continuar a temporada, retornou ao Brasil no dia 16 de abril. 

Desde então vem tratando-se com o fisioterapeuta Fernando Fernandes, da seleção brasileira. No mês passado, a atleta voltar a realizar trabalhos na academia.

Fonte: ESPN BR

 

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Gabi passará por cirurgia e desfalca Rio de Janeiro no primeiro turno da Superliga

Técnico do time carioca, Bernardinho lamentou a ausência da atleta no início de temporada e ressaltou sua importância para equipe: "É uma perda enorme. Um dos pilares do time"

A ponteira Gabi vai operar o joelho direito para tratar uma tendinite crônica do tendão patelar e irá desfalcar o time do Rio de Janeiro durante todo o primeiro turno da Superliga 2017/18. A lesão, que incomoda desde o final da temporada passada, vinha sendo tratada de forma conservadora, com medicamentos e fisioterapia, na tentativa de preservar a atleta. Porém, após melhora inicial nos sintomas, a atacante voltou a sentir a lesão quando retornou aos treinamentos mais intensos, e a comissão técnica decidiu fazer a cirurgia.

O procedimento ainda não tem data marcada e depende de exames pré-operatórios que serão realizados ainda nesta semana. O retorno estimado é para daqui a dois ou três meses. O técnico Bernardinho lamentou a ausência de Gabi nas competições que o Rio de Janeiro terá pela frente, mas destacou a importância da reabilitação completa da atleta antes de retornar aos treinos e competições.

- É uma perda enorme. A Gabi é uma das principais jogadoras e um dos pilares do time. Teremos, além do Campeonato Carioca, a Supercopa e um turno importante da Superliga sem uma jogadora que é referência. Mas nós, como sempre fizemos, vamos respeitar e seguir as orientações do departamento médico e pensar no bem da atleta, para que se recupere e esteja conosco na reta final da Superliga ou quando os médicos liberarem. O mais importante é que ela retome os treinamentos na melhor condição possível, para que possa ter uma carreira longeva e de sucesso, como vem sendo até agora. 

De acordo com o médico do time do Rio de Janeiro, Ney Pecegueiro do Amaral, Gabi apresentou uma tendinite crônica do tendão patelar do joelho direito e foi tratada inicialmente de forma conservadora com vários tratamentos medicamentosos e fisioterapia. Apesar de uma mlehora inicial, ao retornar aos treinamentos mais intensos, voltou a apresentar os sintomas novamente.

- Como todas as possibilidades não cirúrgicas foram tentadas, decidiu-se então pela operação, pois entendemos que, no momento, seja esse o melhor caminho. A atleta realizará os exames pré-operatórios essa semana para definirmos a data da cirurgia - explicou o médico.

Fonte: GLOBO ESPORTE

 

 

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Cavs, Spurs e mais 7 times da NBA fecham temporada no prejuízo mesmo com bilhões de contrato de TV

(Cavs, de LeBron James, fecharam temporada no vermelho)

A NBA deve viver nos próximos dias um momento de reflexão sobre finanças. 

Segundo documentos obtidos pelo ESPN.com, nada menos que nove dos 30 times da liga fecharam a última temporada com prejuízo nos caixas, mesmo após receberem um dinheiro extra que serviria justamente para que isso não acontecesse.

E isso tudo um pouco depois da assinatura do contrato de US$ 24 bilhões pelos direitos de televisão.

A NBA conta com um sistema de divisão de receita, que faz com que os times mais ricos mandem dinheiro para os ‘mais pobres’. Na visão da liga, times lucrativos como o Los Angeles Lakers precisam dos times menores para seguirem na ativa – e dando lucro.

Mesmo assim, fecharam o último ano no vermelho Atlanta Hawks, Brooklyn Nets, Cleveland Cavaliers, Detroit Pistons, Memphis Grizzlies, Milwaukee Bucks, Orlando Magic, San Antonio Spurs e Washington Wizards.

Se ‘desconsideramos’ essa ajuda e levarmos em conta apenas as receitas que a própria franquia gera, a lista é ainda maior: 14 equipes: Atlanta Hawks, Brooklyn Nets, Charlotte Hornets, Detroit Pistons, Indiana Pacers, Memphis Grizzlies, Milwaukee Bucks, Minnesota Timberwolves, New Orleans Pelicans, Sacramento Kings, Orlando Magic, Phoenix Suns, Portland Trail Blazers e Washington Wizards.

Interessante notar que franquias como Spurs e Cavs ficam no negativo justamente depois de ter que dividir os lucros com times de mercados menores da liga.

Uma reunião nos próximos dias deve levantar essa discussão mais uma vez.

Já existe a discussão da possibilidade de expandir o número de equipes na liga. Há também a chance de que essas equipes de mercados menores se mudem em busca de um aumento de receita – vale lembrar que a cidade de Seattle está se mexendo há tempos para ter uma equipe novamente.

A diferença, de fato, é brutal. Los Angeles Lakers e New York Knicks, por exemplo, faturam US$ 148 e 105 milhões apenas com a venda de direitos de transmissão para TVs locais, mesmo estando em uma fase ruim nos últimos anos. Já o Memphis Grizzlies, que tem sete aparições em playoffs consecutivas, lucra apenas US$ 9,4 milhões com isso.

Outro fator preponderante é a venda de ingressos. E os Lakers mais uma vez são os que conseguem mais dinheiro com isso. Não por menos, a franquia foi a que teve o maior lucro geral: US$ 115,4 milhões, já após a divisão de lucros.

 

Fonte: ESPN BR

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Correr todos os dias melhora a performance? Treinador responde

(Foto: iStock Getty Images) 

Muita gente treina para mandar bem nas competições. E atualmente, as provas para corredores amadores nas maiores cidades do país estão cada vez mais disputadas. Confira abaixo duas dúvidas comuns entre os bons corredores e acerte em treinos e corridas, sem se machucar para continuar mandando bem. A regularidade nos treinos - meses e anos sem lesões sérias - é a “Caixa de Pandora” da corrida. 

1. Correr todo dia é bom para performance?

Isso é uma questão individual. Alguns vão conseguir tolerar uma determinada quantidade de treino e outros não. De uma maneira geral, a maioria dos bons corredores amadores treinam corrida entre 3 e 5 vezes por semana, e essa frequência geralmente permite um equilíbrio sadio entre treino, vida pessoal e trabalho. E é justamente esse ponto que você tem que levar em consideração, o quanto você se desgasta nas tarefas do dia. O Mo Farah, por exemplo, que é um corredor inglês profissional bastante conhecido no meio, tem a vida girando em torno da corrida. Ele acaba o treino, se alimenta adequadamente, faz uma massagem e vai descansar para treinar de novo no mesmo dia ou no dia seguinte. Mas você trabalha 8 horas por dia, tem que pegar o filho no colégio, dar atenção em casa e por aí vai. Você precisa adequar-se a sua realidade, treinar demais é o erro mais comum dos corredores e “pai das lesões”. 

E se você ta pensando em começar a treinar corrida e quer se tornar um bom corredor mais para frente, uma boa estratégia é treinar dia sim dia não. 

 

2. Quanto tempo devo descansar após um bom desempenho na prova?

Isso, claro, depende da prova que você correu. É importante ter em mente que o seu ciclo de preparação para uma prova acaba com os seus treinos de recuperação após a prova. Não force a barra nesse período, você tem muito pouco a ganhar acelerando esse descanso. Pode acontecer de você se sentir muito bem, com aquela sensação de que já pode voltar ao normal. Mas acredite, vale à pena esperar um pouco, você recupera melhor a sua musculatura e fica mais forte para começar o próximo ciclo. 

5km: 4 a 5 dias
10km: 1 semana
21km: 2 semanas
42km: 3 a 4 semanas. 

*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista da Escola Nacional de Esportes. 

Fonte: Globo Esporte

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Brasileiro da natação busca medalha e vaga na Comissão de Atletas do IPC

(Phelipe Rodrigues soma nove medalhas em mundiais; Foto: Comitê Paralímpico Brasileiro)

A Cidade do México terá dupla importância para o brasileiro Phelipe Rodrigues. Integrante da deleção do país no Mundial de natação paralímpica, previsto para ser realizado entre 30 de setembro e oito de outubro, mas ameaçado após o terremoto da última terça-feira, o pernambucano também briga por um lugar na Comissão de Atletas da modalidade no Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês). A eleição ocorre entre os dias 29 de setembro e primeiro de outubro. Apenas cinco dos 11 candidatos serão escolhidos. 

Rodrigues é o único brasileiro na disputa. Os outros dez concorrentes são: Matthew Levy (AUS), Sven Decaesstecker (BEL), Nicholas Guy-Turbide (CAN), Antti Latikka (FIN), David Smetanine (FRA), Matthew Wylie (GBR), Tamás Sors (HUN), Inbal Pezaro (ISR), Theresa Rui Si Goh (CIN) e Anna Eames (EUA). 

O conselho tem como função trazer a visão dos atletas em questões relativas à modalidade. Um representante do grupo será eleito para participar de reuniões técnicas no quadriênio 2018/2021. 

Aos 27 anos e com sete medalhas paralímpicas no currículo - sendo quatro delas na Rio-2016 - o veterano afirma que o esporte paralímpico brasileiro já avançou, mas que 'muita coisa ainda precisa melhorar'. 

- O esporte brasileiro, principalmente paralímpico, vem crescendo muito desde 2004 mais ou menos e atualmente está muito melhor, em questão de visibilidade e investimento. Porém , ainda tem muita coisa que precisa melhorar. Se for comparar com o esporte olímpico, digamos que a gente tenha 40% do que eles tem hoje. Nada melhor do que um atleta ali falando sobre isso, o que precisa melhorar qual medida tomar para determinada competição - afirma Phelipe, que completa: 

- Por isso que eu estou me candidatando no Conselho de Atletas do IPC. Acredito que eu, por ter participado de competições com atletas com e sem deficiência, tenho uma experiência muito grande em relação a isso. 

O pernambucano competiu, em 2004, com nadadores sem deficiência, chegando a estar estre os cinco melhores no Campeonato Brasileiro Juvenil de 2006. Ele ingressou no paradesporto em abril de 2008. 

Além disso, o nadador ressalta que a recente eleição do carioca Andrew Parsons para a presidência do IPC pode pesar a seu favor. 

- Acredito que tendo esta pequena vantagem, acho que seria um pouco mais acessível estar fazendo parte dessa ligação entre atletas e IPC. Eu sempre tentei ajudar, não só na minha vida como atleta, mas também como pessoa. 

Partindo para o seu quarto Mundial, o pernambucano já sabe que não terá vida fácil, já que seus adversários nos 50m e 100m livre também estarão na competição. Sem focar nas medalhas, Rodrigues tem como objetivo fazer as melhores marcas da carreira. 

- Eu quero fazer os melhores tempos da minha vida. Uma coisa que eu posso controlar hoje é o que eu faço. Não posso controlar o que os meus adversários fazem, ainda mais sendo um esporte individual. Fazendo a minha melhor marca ficarei super feliz. 

Além dos adversários, outro obstáculo pode aparecer pelo caminho: a altitude. Como a Cidade do México fica a 2.250m do nível do mar, existe a preocupação que o ar rarefeito interfira no desempenho dos paratletas. 

- A altitude afeta um pouco o desempenho. Quer queria, quer não, a absorção de oxigênio é menor. A quantidade de oxigênio no ar é consideravelmente menor do que estando no nível do mar, mas independente disso, eu estou pensando que eu vou chegar lá. Vai ser duro para se adaptar, lógico, mas é chegar na competição, esquecer da altitude e focar na prova - explica o nadador, que completa: 

- Confesso que a gente poderia ter ido um pouco antes. Estamos indo 10 dias antes, acredito que seja o suficiente para aclimatar e ter uma competição boa. Independente disso, a gente procura não pensar tanto nessas questões negativas. 

QUEM É ELE? 

Nome: Phelipe Andrews Melo Rodrigues 

Data de nascimento: 10/08/1990 - Recife (PE). 

Peso: 75kg 

Altura: 1,82m 

Classe: S10, SB9 e SM10 

Principais conquistas: sete medalhas paralímpicas (cinco pratas e dois bronzes); nove medalhas em Parapan-Americanos (cinco ouros e quatro pratas); nove medalhas em Mundiais (seis pratas e três bronzes)

Fonte: Terra

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Pedra no sapato? Corinthians terá de superar retrospecto negativo contra argentinos diante do Racing

(Carille conversa com o elenco do Corinthians, na Argentina; Foto: DANIEL AUGUSTO JR/AGÊNCIA CORINTHIANS)

O Corinthians enfrentará o Racing, da Argentina, em busca de uma vaga nas quartas de final da Copa Sul-Americana. Mas o confronto da noite desta quarta-feira também colocará o time alvinegro diante de um histórico nada agradável. 

Os clubes argentinos são verdadeiras pedras no sapato dos corintianos em torneios internacionais oficiais. 

Foram dez encontros eliminatórios entre o Corinthians e uma equipe argentina. Três vezes o time paulista levou a melhor e passou de fase. Em outras sete acabou sendo eliminado pelos clubes hermanos.

Vale lembrar que o primeiro torneio internacional oficial que o Corinthians disputou foi a Libertadores de 1977, quando caiu ainda na fase de grupos após enfrentar o Internacional e os equatorianos Nacional e Deportivo Cuenca.

O primeiro argentino que o Corinthians eliminou foi o Rosario Central nas oitavas de final da Copa Libertadores de 2000. Cinco anos depois tirou o River Plate nas oitavas da Copa Sul-Americana. Em 2012, o time alvinegro foi campeão invicto da Libertadores batendo o Boca Juniors na decisão no Pacaembu.

Já as eliminações formam uma lista.

Pela Libertadores, o Corinthians caiu para o Boca Juniors nas oitavas de final de 1991 e 2013. Na mesma fase, foi eliminado pelo River Plate em 2003 e 2006. 

Na extinta Copa Mercosul, o San Lorenzo foi o algoz alvinegro em 1999 e 2001. Primeiro nas quartas. Depois na semifinal.

Para completar a lista, o Lanús eliminou os corintianos na oitavas da Copa Sul-Americana de 2006.

Com sete eliminações, os argentinos ainda estão empatados com os clubes brasileiros como maiores carrascos do Corinthians em torneios internacionais oficiais. Algo que o Racing pode desempatar nesta quarta-feira.

Como o primeiro jogo entre os clubes terminou empatado por 1 a 1, em Itaquera, basta um empate sem gols para que os argentinos avancem para as quartas de final. Igualdade por dois ou mais gols favorece o Corinthians. 

Novo 1 a 1 levará a decisão para os pênaltis.

Quem avançar terá pela frente o Libertad, do Paraguai, que eliminou o Santa Fe, da Colômbia.

Ficha técnica

RACING X CORINTHIANS

Local: Estádio El Cilindro, em Avellaneda (Argentina)
Data: 20 de setembro de 2017, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Leodan González (Uruguai)
Assistentes: Mauricio Espinosa e Nicolas Taran (ambos do Uruguai)

RACING: Musso (Gastón Gómez); Solari, Vittor, Barbieri, Grimi e Soto; Pulpo González, Arévalo Ríos e Zaracho; Lisandro López e Triverio. Técnico: Diego Cocca

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Marciel; Gabriel, Camacho, Romero, Jadson e Marquinhos Gabriel; Jô. Técnico: Fábio Carille

Fonte: ESPN

 

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