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Libertadores de 2018 vai começar em janeiro e terminar em dezembro

(Calendário do ano que vem prevê 14 semanas reservadas para a Fifa; seis delas dedicadas à Copa do Mundo; Foto: Reprodução - Globo Esporte)

A Conmebol deve tornar público nesta semana seu calendário para 2018. É com base nele que a CBF (e, depois, as federações estaduais) elaboram seus próprios calendários. 

Segundo o GloboEsporte.com apurou, o calendário prevê 14 semanas reservadas para a Fifa – seis delas para a Copa do Mundo a ser disputada na Rússia e outras oito para jogos entre seleções. 

A Copa Libertadores da América terá suas primeiras partidas disputadas na última semana de janeiro – os mata-mata anteriores à fase de grupos. A final da principal competição de clubes será disputada na primeira semana de dezembro. 

A Conmebol ainda não definiu se a final será em jogo único ou em partidas de ida e volta. Essa decisão será tomada pelo Conselho da entidade, em conjunto com a comissão de clubes. 

A Copa Sul-Americana vai começar em março de 2018 e vai terminar junto com a Libertadores.

Fonte: Globo Esporte

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Ele bateu três campeões mundiais em uma só etapa e foi estrela de filme: conheça a nova sensação do Brasil na elite do surfe

(Yago Dora é um dos surfistas brasileiros mais respeitados no exterior; Foto: Gabriel Novis/ WSL)

 

Primeiro brasileiro a protagonizar um filme de surfe de marca internacional, ele derrotou três campeões mundiais em uma mesma competição e é considerado uma das maiores promessas da modalidade. Com apenas 21 anos, Yago Dora será a novidade entre os 34 melhores surfistas do mundo na próxima temporada do Circuito Mundial.

Nascido em Curitiba, no Paraná, o surfista ganhou os holofotes por ter um estilo de surfar diferente dos demais brasileiros, além de sua habilidade nos mais variados tipos de onda.

Em dois anos, ele saiu do 168º lugar no ranking do WQS (World Qualifying Series), divisão de acesso para a elite do esporte, para a segunda posição.

A sua rápida evolução na modalidade está ligada ao fato de que seu pai, Leandro Dora, o Grilo, é treinador de diversos atletas. Ele foi, inclusive, o responsável por levar Adriano de Souza, o Mineirinho, ao seu primeiro título mundial, em 2015.

 “Ele ia me filmando enquanto eu surfava, e acho que isso foi um diferencial. Eu sempre tive acesso as minhas imagens e às informações do meu pai, que me falava o que precisava ser melhorado”, contou ao ESPN.com.br.

Além disso, ele também coloca os filmes surfe como principal fator pelo seu interesse no esporte e seu estilo de vida. “Comecei a surfar um pouco mais tarde do que os surfistas da minha idade. Eu sempre gostei muito de assistir filmes de surfe e de me ver surfando também”, relembrou o atleta.

Curiosamente, também no ano de 2015, Dora foi um dos primeiros surfistas brasileiros a protagonizar um longa-metragem internacional de surfe na história. Trata-se do Psychic Migrations (Migrações Psíquicas, em tradução livre), que reúne alguns dos nomes mais aclamados do esporte, incluindo Kelly Slater, dono de onze títulos mundiais, viajando pelas melhores ondas do planeta. 

Ao contrário da maioria dos brasileiros, que fazem exibições priorizando mais a técnica para garantirem boas notas dos juízes,  o atleta se preocupa com a beleza e plasticidade das suas manobras. É por isso que ganhou o respeito dos atletas no exterior. 

 “Na competição, a técnica é mais importante que o estilo, mas acho que o estilo é superimportante. Como sempre vi filmes de surfe, tentei evoluir ao máximo o meu estilo para ficar uma coisa que dá prazer de assistir”, explicou. 

“Às vezes você assiste um cara ‘quebrando’ e não é tão legal quanto um cara ‘quebrando’ só que com estilo, então isso faz toda a diferença”, comparou o atleta.

Em abril deste ano, Yago ficou conhecido pela torcida brasileira ao disputar e chegar às semifinais da quarta etapa do circuito, que é realizada em Saquarema, no Rio de Janeiro, tirando três campeões do mundo seguidos da competição – John John Florence, Mick Fanning e Gabriel Medina, respectivamente.

“Como era um Wildcard [surfista convidado], sabia que ia pegar os atletas do seedmais alto, que geralmente são os campeões mundiais. Mas eu tava sem pressão nenhuma, pensei que se perdesse, não ia mudar nada, afinal, são os melhores surfistas do mundo. Mas se eu ganhasse, ia ser uma vitória muito grande. Fui com isso em mente”, revelou o atleta, explicando sua performance de alto nível no evento. 

“Eu só queria surfar e fazer do jeito que eu gosto, então comecei a pegar as ondas certas e as baterias foram dando certo para mim”, completou.

O seu desempenho no campeonato fez com que fosse convidado para participar do quinto evento de elite do ano, nas ilhas Fiji, onde Gabriel Medina já foi campeão. Para ele, esse início de temporada lhe deu um gás extra para classificar no Tour.

“A etapa do QS em Newcastle [na Austrália] era a primeira do ano, valia muitos pontos, e eu consegui vencer lá. Aí fiquei sem resultados bons e consegui ir bem no Rio de Janeiro [terceiro lugar]. Isso me deu um foco para tentar me classificar, porque passei a pensar ‘nossa, quero competir no WCT o ano inteiro’”, revelou.

Agora vindo de sua segunda vitória no ano, em Açores, etapa do WQS, divisão de acesso, disputada em Portugal, o brasileiro finalmente conseguiu a sua vaga na elite para próxima temporada. 

“Você precisa de muita experiência para pegar o jeitinho da vitória, principalmente no QS, que tem muitos atletas experientes e a batalha é muito forte. Um ano inteiro lá é muito difícil. Então acho que é ganhar essa experiência de competição”, disse.

“No freesurf você não foca em fazer uma onda inteira, se você faz uma manobra muito ‘incrível’ em uma onda, já é o suficiente. Na competição você tem que surfar aquilo que os juízes querem ver. Você tem que fazer o que tem que fazer, não é surfar exatamente do jeito que você quer”, completou o surfista.

Na etapa do Rio de Janeiro, Dora foi eliminado nas semifinais justamente por Adriano de Souza, que também é treinado pelo seu pai, o ‘Grilo’, e acabou vencendo aquele evento. 

“O Mineiro não chega a me dar toques para as baterias, mas acho que o mais importante é ter ele como exemplo, conviver com ele, ver a rotina dele, o quão dedicado ele é. Acho que isso me ajudou bastante nessa rotina de competição”, contou.

Já tendo alcançado o seu objetivo principal, agora o foco é tentar manter a sua boa colocação na divisão de acesso e, claro, se preparar para o próximo ano.

“Apesar de já ter pontos suficientes, eu quero ter mais pontos para estar lá em cima no ranking. Acho que isso é o mais importante para o ano que vem, não só se classificar, mas terminar entre os cinco melhores. Então esse é o plano”, disse. 

Já sobre a próxima temporada, em que enfrentará as melhores ondas do mundo, no apelidado de ‘Dream Tour’ (Circuito dos sonhos), o paranaense disse estar animado para a disputa em Fiji.  

“Eu ainda não fui para todos os lugares que têm eventos do WCT, mas pelo que me conheço e vejo, Fiji tem tudo para ser a minha etapa favorita. É um lugar lindo, paradisíaco, você fica no resort que é praticamente privado só para os atletas, altas ondas, água quente, é um lugar épico pra ter uma etapa”, finalizou, animado para o que o espera. 

 

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Último jogo do Brasil pelas Eliminatórias já tem 22,5 mil ingressos vendidos

(Foto: Reprodução - Globo Esporte)

Prometendo “uma grande festa” para a partida derradeira da seleção nas Eliminatórias da Copa do Mundo, a CBF espera ter casa cheia para Brasil x Chile, no próximo dia 10, no Allianz Parque, em São Paulo. Apenas na segunda-feira, 22.500 ingressos foram comercializados em pré-venda. O público em geral pode adquirir as entradas a partir desta terça. 

Ao todo, 42.217 foram colocados à disposição para o jogo marcado para o estádio do Palmeiras. Como de costume, os preços são salgados, e variam de R$ 125 (meia-entrada nos setores Norte/Sul superior) a R$ 650 (camarote). 

A procura é bem diferente do último jogo da seleção em território nacional. No mês passado, apenas 38 mil torcedores pagaram para ver a vitória do Brasil sobre o Equador, em Porto Alegre. Na ocasião, a Arena Grêmio, com capacidade para 55 mil torcedores, registrou grandes clarões nas arquibancadas. 

Com vaga garantida, a seleção brasileira foi convocada pelo técnico Tite na sexta-feira passada visando os dois últimos jogos da equipe nas Eliminatórias Sul-Americanas. Em outubro, o Brasil enfrentará a Bolívia no dia 5, em La Paz, e o Chile, no dia 10, no Allianz Parque, em São Paulo.

Fonte: Istoé

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Talles Silva vê possibilidade de lutar por medalha em Tóquio 2020

(O atleta salto em altura acredita que quem faz índice tem condições de ganhar medalha Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

Em março de 2016, Talles Silva cravou a marca que precisava para ir às Olimpíadas no Rio de Janeiro. Com 2,29m no salto em altura, índice exigido pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF), o atleta também bateu recorde pessoal. Se tivesse repetido o feito no Rio 2016, avançaria às finais. Mas não fez. Nas Olimpíadas, saltou 2,17m e terminou com a 18ª colocação, no Engenhão, na capital carioca. A frustração do único brasileiro a competir naquele domingo foi consolada pelos gritos da torcida. Agora, ele luta conseguir vaga em Tóquio 2020 e acredita que tem chance na briga pelo pódio. “Posso sonhar, vou correr atrás do meu sonho e vou conquistar”, ressalta o atleta.

“No ritmo que estou evoluindo, sei que há possibilidade de medalha no Japão.Tenho treinado para chegar em um nível competitivo”, afirmou Talles. No último Mundial de Atletismo, disputado em agosto deste ano, na capital inglesa, ele ficou a dois centímetros da vaga na final. “São os mesmos atletas que competem nas Olimpíadas e no Mundial. No último evento, sei que fui bem. Mas poderia ter ido melhor”.

Ele terminou o Mundial na 13ª posição sem avançar à final, já que apenas 12 atletas se classificavam para a decisão. “Por uma colocação eu não entrei”, lamenta. “A marca que eu fiz na semifinal me deixaria em terceiro no Mundial. Então, tenho condições de lutar”, lembra Talles.

O saltador acredita que, se é capaz de atingir o valor estabelecido para entrar na prova, pode ficar entre os cinco melhores. “Muitas vezes, o índice é maior do que a altura que eu preciso para ir ao pódio”, explica. “Tenho feito saltos melhores. Além de tudo, a motivação eu tenho, só preciso treinar”.

Talles afirma que o atletismo é mais fácil de lidar com as frustrações do que outros esportes, pois muitos resultados dependem apenas do esforço do atleta. “Gosto de trabalhar com metas e marcas. Então é muito melhor, porque não existem desculpas para não ser convocado”, conta. “É uma disputa minha comigo mesmo e não aceito perder para mim, por isso, quando não faço o meu melhor, eu me sinto derrotado”.

Para vencer em Tóquio, ele acredita que precisa estar mais rápido, mais forte e mais técnico. De agosto a janeiro, encara a pré-temporada do atletismo. “O que define meu ano que vem, depende do que vem agora”, encerrou.

Fonte: Gazeta Esportiva

 

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Após queda, Corinthians tem returno melhor do que Grêmio e Santos

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

Depois de amargar dois triunfos contra times que fogem do rebaixamento jogando dentro do estádio de Itaquera, além de tropeços no clássico contra o Santos e frente ao Racing-ARG, pela Sul-Americana, o Corinthians enfim voltou a vencer em seus domínios no último domingo, contra o Vasco, abrindo dez pontos de vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro. Com isso, mesmo sofrendo pela queda de desempenho, o Timão já tem uma campanha melhor do que Grêmio e Santos no returno, seus principais perseguidores.

Com o triunfo sobre o Cruzmaltino, o Alvinegro agora soma seis dos 15 pontos disputados, conquistados em duas vitórias e três derrotas. Dessa forma, supera o Peixe, que tem o mesmo número de pontos, por ter um triunfo a mais. Já o Tricolor Gaúcho, que foi superado em seus dois últimos jogos, tem apenas cinco pontos na segunda metade da competição, abaixo dos dois concorrentes ao título.

Dos times que frequentam a parte de cima da tabela, o Flamengo é o que melhor aproveitou esse segundo turno, com oito pontos conquistados, mas que o deixam ainda 16 atrás do Timão. O Botafogo, com 12, é o líder na classificação parcial, seguido de perto por Avaí e Atlético-GO, dois times que lutam contra o rebaixamento para a segunda divisão.

O fato de ter novamente aberto distância em relação ao segundo colocado, porém, não mudou o discurso de Carille a respeito da possibilidade de ser campeão do torneio nacional. Para ele, só haverá uma definição real dos postulantes ao título quando o Brasileiro estiver a dez rodadas do final da competição.

“O Brasileiro é muito difícil, pensando rápido aqui eu lembro que o Grêmio perdeu em casa para o Avaí e para a Chapecoense. Perdemos em casa para Vitória e Atlético-GO. Em 2011, se eu não me engano, o Corinthians teve nove vitórias e apenas um empate nas dez primeiras rodadas, mas fomos decidir só na última rodada. É uma grande vantagem, mas temos de ter calma”, avaliou o comandante.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Lucarelli é eleito melhor jogador, e Renan elogia equipe do Brasil

(Lucarelli foi o MVP Foto: Divulgação)

Além de estabelecer recorde na Copa dos Campeões, sendo o único país a conquistar cinco títulos na competição, a seleção brasileira de vôlei também saiu de quadra com outros reconhecimentos. O ponteiro verde e amarelo, Ricardo Lucarelli, foi eleito o jogador mais valioso depois de ajudar o Brasil a subir no lugar mais alto do pódio, neste domingo. 

Além dele, sob o comando de Renan Dal Zotto, outro representante do time brasileiro também entrou para o dream team (em português, equipe dos sonhos) da competição. Lucas Saatkamp foi considerado um dos dois melhores meios-de-rede do torneio.

No embate decisivo deste domingo, Saatkamp e Mauricio Borges ajudaram a administrar a vantagem e vencer o Japão sem perder nenhum set. As performances consistentes de Lucarelli, também considerado melhor ponta, e de Wallace de Souza, ajudaram a equipe a conquistar mais uma vitória.

“A Copa dos Campeões foi uma competição maravilhosa, com um nível técnico muito alto e a prova disso é que as duas primeiras equipes classificadas são as mesmas dos Jogos Olímpicos do Rio: Brasil e Itália”, ressaltou o comandante do grupo. “O Irã também teve uma participação boa. Ficamos felizes de ter conquistado esse título em uma competição tão importante”, finalizou Renan.

“Nossa equipe entrou em quadra muito focada. A agressividade no saque fez a diferença desde o início”, ressaltou Bruninho. “Foi uma partida em que nossa equipe foi feliz de ter entrado em quadra concentrada e alcançamos nosso objetivo que era sair daqui com o título”.

“Mantivemos uma base e temos alguns jogadores jovens que estão se integrando no grupo”, declarou o levantador. “A comissão técnica não pensa só no agora, mas na Olimpíada de Tóquio, em 2020, que é o grande objetivo. Esse time está cada vez mais experiente e vamos lutar para continuar entre os melhores”, explicou Bruninho.

Fonte: ESPN

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