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"Aqui é Brasil!": com 7 a 1 engasgado, seleção sub-17 desabafa com virada

Eles se seguraram nas entrevistas. Por mais que perguntas fossem repetidamente feitas sobre a rivalidade entre Brasil e Alemanha, as respostas dos jogadores da seleção sub-17 carregavam a política da boa vizinhança. Muito respeito e nenhum tipo de motivação especial. Esse era o discurso. Mas lá no fundo... 

- Por causa do 7 a 1, né? O Brasil inteiro ainda está com essa mágoa, mesmo ganhando na Olimpíada. Mas agora, aos pouquinhos, vai começar a passar - disse o meia Alanzinho, jogador do Palmeiras. 

Paulinho diz que resultado contra a Alemanha fortalece a equipe (Foto: Getty Images/FIFAcom) 

- A gente botou na cabeça que a gente queria fazer a nossa história. E não levar em conta o que aconteceu com a seleção principal. Fizemos a nossa história e bem feita - destacou Paulinho, jogador do Vasco. 

A seleção brasileira precisava de uma nova atuação empolgante no Mundial da Índia. Depois de vencer a Espanha na estreia, também por 2 a 1 e de virada, o time oscilou em alguns momentos na sequência da competição, apesar de ter 100% de aproveitamento. Contra a Alemanha, uma prova de força. 

- É um resultado que nos fortalece cada vez mais para essa competição. Agora, é tirar lição desse jogo para poder chegar contra a Inglaterra e fazer um jogo excepcional e sair com mais uma vitória - afirmou Paulinho. 

 
Grupo

Grupo "precisava muito daquele gol", diz Paulinho sobre bomba de fora da área (Foto: EFE) 

O atacante do Vasco foi decisivo mais uma vez. A bomba salvadora na vitória por 2 a 1 sobre os alemães consolida a importância do jogador para o grupo. Paulinho não é só um talento. A personalidade forte chama a atenção. Na comemoração do gol da vitória, apontou para o escudo da camisa, para as cinco estrelas. Naquela vibração, tinha muito mais do que alegria. 

- Foi um desabafo, uma superação. Todo o grupo naquele momento precisava muito daquele gol. 

A seleção brasileira enfrenta a Inglaterra pela semifinal do Mundial sub-17 na próxima quarta-feira. O jogo seria na cidade de Guwahati, mas o péssimo estado do gramado obrigou a mudança para Calcutá, mesma cidade da vitória sobre os alemães e também o palco da grande final. As duas equipes chegaram a viajar para Guwahati, mas após uma inspeção no campo, ficou decidido em conjunto com a Fifa que seria impossível jogar no local. 

Fonte: Globo Esporte

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Mbappé bate recorde, supera Gabriel Jesus e leva prêmio de Golden Boy

Com recorde de votos, Mbappé leva prêmio de "Golden Boy" (Foto: AFP) 

Com apenas 18 anos, Mbappé foi escolhido como o "Golden Boy" de 2017, em eleição realizada pelo jornal italiano "Tuttosport". A votação é feita para definir qual é o melhor jogador sub-21 em atividade no futebol europeu. O brasileiro Gabriel Jesus ficou na terceira posição, atrás ainda de Dembélé, do Barcelona. 

O atacante do PSG recebeu 291 votos, um recorde na disputa, que teve início em 2003. Por sua vez, Dembélé recebeu 149. Já era de conhecimento público que os franceses e o brasileiro do City eram os finalistas. Primeiramente, uma lista de 95 jogadores foi divulgada pela publicação italiana. Após isso, o número caiu para 25, até chegar aos três finalistas, no último sábado (21). 

Os 10 primeiros colocados:

Os melhores jovens do mundo

Posição Jogador Clube
Mbappé PSG
Dembélé Barcelona
Gabriel Jesus Manchester City
Rashford Manchester United
Donnarumma Milan
Pulisic Borussia Dortmund
Dolberg Ajax
Emre Mor Celta de Vigo
Chiesa Fiorentina
10º Betancur Juventus

Mbappé foi um dos grandes destaques do Monaco na campanha que levou a equipe às semifinais da Liga dos Campeões. Na última temporada, marcou 26 gols em 44 jogos - na Champions, foram seis em nove partidas. Com a badalação, foi comprado pelo PSG para atuar ao lado de Neymar e Cavani. 

Nomes como Rooney, Messi e Pogba figuram entre os vencedores anteriores da competição, que conta com o voto de jornalistas de vários veículos europeus, como "Marca", "Bild" e "L'Équipe". Em 2016/17, quem recebeu o prêmio foi o português Renato Sanches, emprestado ao Swansea City pelo Bayern de Munique. Dois brasileiros já foram agraciados com a premiação: Anderson e Alexandre Pato. 

Saiba quem são os vencedores anteriores do prêmio:

Os vencedores anteriores

Ano Jogador País Clube
2003 Van der Vaart Holanda Ajax
2004 Rooney Inglaterra Everton/Manchester United
2005 Messi Argentina Barcelona
2006 Fàbregas Espanha Arsenal
2007 Aguero Argentina Atlético de Madrid
2008 Anderson Brasil Manchester United
2009 Alexandre Pato Brasil Milan
2010 Balotelli Itália Inter de Milão/Manchester City
2011 Gotze Alemanha Borussia Dortmund
2012 Isco Espanha Málaga
2013 Pogba França Juventus
2014 Sterling Inglaterra Liverpool
2015 Martial França Monaco/Manchester United
2016 Renato Sanches Portugal Benfica/Bayern
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Tite faz sua oitava convocação que vale; veja quantos ele já chamou e quem está descartado para a Copa

(Seleção brasileira posada para foto antes do jogo contra o Chile pelas eliminatórias; Foto: Getty Images)

Nesta sexta-feira, a partir das 11h (de Brasília), no Rio de Janeiro, a Copa do Mundo de 2018 começa "pra valer" para a seleção brasileira. Afinal, o técnico Tite fará sua convocação para os jogos contra Japão e Inglaterra, respectivamente nos dias 10 e 14 de novembro em França e Londres, duas equipes também classificadas.

Desde que assumiu o comando dos pentacampeões do mundo, em 20 de junho de 2016, o treinador já chamou 49 jogadores - excluindo-se, aqui, o amistoso com a Colômbia no começo deste ano, quando fez uma lista apenas com atletas que atuam no Brasil.

Além dos 11 titulares costumeiros sob sua gestão - Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho e Renato Augusto; Neymar, Philippe Coutinho e Gabriel Jesus -, seis nomes estão praticamente certos no Mundial da Rússia (como Ederson, Filipe Luis, Fernandinho, Thiago Silva, Willian e Roberto Firmino), restando assim 32 jogadores já convocados em busca de uma das seis vagas restantes.

Alguns desses convocados, porém, estão descartados. Para o gol, Alex Muralha, Marcelo Grohe e Weverton aparecem distantes na briga pela terceira vaga, com Cássio e Diego Alves em disputa acirrada.

Para as alas, Jorge, Mariano, Rafinha e Wendell foram chamados apenas em eventualidades; Alex Sandro fica de stand by caso algo aconteça com Marcelo ou Filipe Luis; Danilo e Fagner são os favoritos para a reserva de Daniel Alves.

Na zaga, Gil e Pedro Geromel perderam espaço com as ascensões de David Luiz e Jemerson; Rodrigo Caio ainda tem prestígio com Tite e pode surpreender.

Entre os volantes, Rafael Carioca é carta fora do baralho; Arthur (Grêmio) foi chamado na última convocação e aparece com boa cotação.

No meio-campo, Lucas Lima, Oscar e Rodriguinho foram "engolidos" pelos concorrentes e precisarão mostrar mais para serem lembrados.

No ataque, Diego Souza, Dudu e Gabigol estão distantes na briga por uma vaga onde o Brasil está melhor servido atualmente. Douglas Costa ganhou corpo, Roberto Firmino aparece como reserva de Jesus, e Diego Tardelli esteve na convocação para os últimos jogos das eliminatórias.

Veja abaixo todos os 49 atletas convocados por Tite 

Goleiros (7)
Alisson (Roma), Alex Muralha (Flamengo), Cássio (Corinthians), Diego Alves (Flamengo), Ederson (Manchester City), Marcelo Grohe (Grêmio) e Weverton (Atlético-PR)

 

Laterais (10)
Alex Sandro (Juventus), Daniel Alves (PSG), Danilo (Manchester City), Fagner (Corinthians), Filipe Luis (Atlético de Madri), Jorge (Monaco), Marcelo (Real Madrid), Mariano (Galatasaray), Rafinha (Bayern de Munique) e Wendell (Bayer Leverkusen)

 

Zagueiros (8)
David Luiz (Chelsea), Gil (Shandong Luneng), Jemerson (Monaco), Marquinhos (PSG), Miranda (Inter de Milão), Pedro Geromel (Grêmio), Rodrigo Caio (São Paulo) e Thiago Silva (PSG)

 

Volantes (5)
Arthur (Grêmio), Casemiro (Real Madrid), Fernandinho (Manchester City), Paulinho (Barcelona) e Rafael Carioca (Tigres)

 

Meias (9)
Diego (Flamengo), Fred (Shakhtar Donetsk), Giuliano (Fenerbahce), Lucas Lima (Santos), Oscar (Shanghai SIPG), Philippe Coutinho (Liverpool), Renato Augusto (Beijing Guoan), Rodriguinho (Corinthians) e Willian (Chelsea)

Atacantes (10)
Diego Souza (Sport), Diego Tardelli (Shandong Luneng), Douglas Costa (Juventus), Dudu (Palmeiras), Gabigol (Benfica), Gabriel Jesus (Manchester City), Luan (Grêmio), Neymar (PSG), Roberto Firmino (Liverpool) e Taison (Shakhtar Donetsk)

Fonte: Globo Esporte

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Diego, goleada e injeção de ânimo: Fla vive noite de redenções na Ilha

(Diego, goleada e injeção de ânimo, Fla vive noite de rendenções na ilha; Foto: Divulgação Globo Esporte)

No pós-vice da Copa do Brasil, para o Cruzeiro, o Flamengo era só pressão. E a cobrança era justa: perdeu para a Ponte Preta, empatou com o Fluminense e venceu a Chapecoense. Fez apenas dois gols nos três jogos. A turbulência, porém, foi acalmada nesta quinta, com a vitória por 4 a 1 sobre o Bahia. A noite na Ilha do Urubu, inclusive, foi de redenções. A principal delas foi a do meia Diego. 

O camisa 35, que perdeu o pênalti decisivo na final da Copa do Brasil, chegou a ser vaiado por parte dos rubro-negros quando estava 1 a 1, mas começou a se redimir com a galera justamente numa penalidade. Com 2 a 1 no marcador e resultado indefinido, aos 37 minutos da etapa final, pegou a bola. A coragem o recolocou nos braços da torcida, que, de forma uníssona, cantou seu nome. 

Bateu bem, decidiu a parada, e, dois minutos após o terceiro, transformou a vitória em goleada com um golaço. Ao comemorar, primeiro explodiu. Depois curvou-se diante dos fãs em sinal de reverência. Paz entre a torcida e o principal jogador do elenco. 

- Sem dúvida nenhuma procurei manter o psicológico otimista. Sempre é difícil a hora do pênalti. O goleiro se prepara para defender. Estamos sujeitos ao erro. Assumo essa responsabilidade porque estou aqui para isso. Fiz muitos gols de pênalti na minha carreira - disse o camisa 35, agora artilheiro isolado do Fla no Brasileirão, com oito gols

 
Diego reverencia torcida após vitória na Ilha do Urubu (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Diego reverencia torcida após vitória na Ilha do Urubu (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo) 

Vaias, erros de passes e bela jogada no pênalti

Marcado de perto por Renê Júnior, Diego rodava para um lado e para o outro, mas não encontrava espaço para o passe certo. Tentava o tempo todo, respeitando sua característica, mas esbarrava nos rivais. Tornou-se o jogador com mais erros de passes no duelo - seis -, e isso lhe rendeu vaias. Deu de ombros, insistiu e fez jogadaça no lance que terminou em pênalti de Lucas Fonseca. 

Diego compreendeu os protestos, em contrapartida admitiu viver um momento novo em sua trajetória profissional, porém lembrou que, apesar dos apupos, o carinho dos rubro-negros é algo praticamente constante em sua passagem pela Gávea. 

- Assim como nós, jogadores, ficamos chateados quando não dá certo, a torcida fica decepcionada. A maneira de transmitir insatisfação é compreensível. Recebi críticas, mas um carinho muito grande. Quando pego a bola para bater, o estádio todo canta meu nome. O mínimo é agradecer e retribuir com vitórias e gols. Estamos vivos e precisamos da parceria e do carinho do torcedor. Minhas emoções são novas com o passar do tempo. Momento novo na carreira. Temos que nos superar diariamente. 

 

- Nunca me faltou apoio dessa torcida. De uma forma ou de outra, eles nunca me deixaram. Merecem a reverência

 

"Ícone", define Rueda
Um abraço apertado e tapinhas de incentivo. Assim Reinaldo Rueda recebeu Diego na beira do campo ao tirá-lo - deu lugar a Rômulo aos 42 da etapa final, um minuto após o quarto gol. Na coletiva, o colombiano valorizou a reabilitação do camisa 35. 

- Diego é um ícone, uma referência importante para nós. Por sua liderança, personalidade e inteligência de jogo. Teve caráter de pegar a bola e converter. Essa recuperação psicológica é muito, muito boa para Diego e Flamengo - afirmou. 

 
Diego ouve Rueda durante o primeiro tempo da vitória sobre o Bahia (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Diego ouve Rueda durante o primeiro tempo da vitória sobre o Bahia (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo) 

 

Números de Diego no jogo:

 

Finalizações: 4 (maior do jogo)
Roubadas de bola: 2
Desarmes: 2
Passes certos: 29
Passes errados: 6 (quem mais errou na partida)
Faltas cometidas: 3
Faltas recebidas: 2
Jogadas aéreas: 2
Cartão amarelo: 1
Posse de bola: 2min35s 

Flamengo goleador
Não só Diego, mas todo o Flamengo se redimiu. Voltou a fazer de mais dois gols num só jogo após cinco partidas marcando apenas um ou nenhum em cada - Avaí (1x1), Cruzeiro (0x0), Ponte Preta (0x1), Fluminense (1x1) e Chapecoense (1x0). O último triunfo superior à vantagem mínima foi construído nos 4 a 0 sobre a Chape, em 20 de setembro, pela Sul-Americana. 

A média da equipe de gols por jogo depois da chegada do técnico Reinaldo Rueda, inclusive, é ruim: 1,25. Antes dos 4 a 1 sobre o Bahia, era de 1,06 (16 gols em 15 jogos). O próprio treinador explicou que o principal objetivo inicial tratava-se de corrigir a defesa para dar equilíbrio ao time. 

Injeção de ânimo e volta das vitórias no Rio
A goleada deixa o Flamengo mais perto da zona de classificação direta à fase de grupos da Libertadores, sem precisar disputar as duas primeiras fases - está a quatro pontos do Santos, quarto colocado, com 50. Rueda falou, durante a semana, que a meta rubro-negra é vencer os 10 últimos jogos do Campeonato Brasileiro para ir à competição sul-americana. 

Embora não seja um número elevado, o Fla não vencia diante de sua torcida há um mês. O último triunfo no Rio havia ocorrido em 20 de setembro - 4 a 0 sobre a Chape. Depois disso, empatou com Avaí e Fluminense, ambos por 1 a 1, e quebrou a sequência nesta quinta, com goleada sobre o Bahia. 

Autocrítica do outro destaque
Outra figura decisiva da goleada rubro-negra foi Réver. Autor dos dois primeiros gols, o camisa 15 foi sincero ao comentar que a atuação coletiva não foi um primor. Para ele, faltou tranquilidade. 

- Tem que falar (dos erros). O resultado de repente pode esconder muitos erros. Um primeiro tempo onde sofremos muito principalmente devido à nossa ansiedade de querer definir a partida de qualquer maneira. Hoje encontramos uma equipe muito bem organizada. O torcedor fez seu papel, iniciou torcendo, nos apoiando. Depois a equipe não conseguiu construir as jogadas de gols, e acredito que não finalizamos tanto no primeiro tempo. O torcedor leva para o outro lado, e isso acabou gerando ansiedade enorme na nossa equipe, o que nos atrapalhou. 

 
Flamengo x Bahia Ilha do Urubu Brasileirão Réver (Foto: André Durão)

Flamengo x Bahia Ilha do Urubu Brasileirão Réver (Foto: André Durão) 

O capitão do Flamengo afirmou que a conversa do intervalo foi em cima da postura do time. 

- Nossa equipe voltou melhor, mais tranquila, trabalhando a bola, girando, buscando espaço, e conseguimos fazer os gols. Em cima da ansiedade foi a mudança de postura. Não podemos ter jogadores experientes e apresentar essa ansiedade. Queremos ganhar, mas não é de qualquer maneira. A gente trabalha firme, com estratégias durante a semana para chegar no jogo e saber o que fazer. Não podemos deixar isso nos atrapalhar.

Fonte: Globo Esporte

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Bernardinho e Zé Roberto se enfrentam à frente de Sesc/RJ e Barueri pela Superliga

Os dois maiores técnicos da história do vôlei brasileiro, Bernardinho e Zé Roberto, estarão em lados opostos da quadra novamente nesta sexta-feira, depois de três anos. Sesc/Rio de Janeiro e Barueri duelam pela segunda rodada da Superliga feminina, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, às 21h30

Os dois maiores técnicos da história do vôlei brasileiro, Bernardinho e Zé Roberto, estarão em lados opostos da quadra novamente nesta sexta-feira, depois de três anos. Sesc/Rio de Janeiro e Barueri duelam pela segunda rodada da Superliga feminina, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, às 21h30, com transmissão ao vivo no SporTV2 e Tempo Real no GloboEsporte.com. No último encontro, foi o comandante da equipe carioca quem levou a melhor na semifinal da temporada 2013/14. Zé Roberto treinava o Campinas e, depois disso, ficou afastado até assumir seu projeto pessoal no ano passado: o Barueri. 

 

Bernardinho, técnico do Sesc/Rio de Janeiro (Foto: Erbs Jr. / Sesc RJ) 

Entre competições, conquistas de títulos e treinos da seleção, Bernardinho e Zé têm uma longa carreira e seus caminhos já se cruzaram em outras ocasiões. Os dois se conhecem bem e, mais importante, conhecem as características das atletas que estarão em quadra. Vantagem ainda maior para o treinador do time paulista, que comanda a seleção brasileira feminina e convive com algumas das principais jogadoras do Sesc/Rio de Janeiro, como a levantadora Roberta, as ponteiras Drussyla e Gabi Guimarães, a líbero Fabi (que já se aposentou da seleção, mas tem uma carreira vitoriosa com a camisa verde amarela ao lado de Zé) e a oposta Monique. 

- Estamos em um processo de aprendizado de jogar contra as melhores equipes porque viemos de uma série B. Vindo da série B, pegamos os times mais fortes nesse começo. A coisa funciona dessa maneira. A gente pega no próximo confronto o Rio de Janeiro. É importante aprender a jogar com o Rio, entender o que está acontecendo. Se bem, que conheço bastante jogadoras lá, porque a maioria joga na seleção também - comentou Zé. 

 
José Roberto Guimarães, técnico do Barueri (Foto: Gaspar Nóbrega/Hinode/Inovafoto)

José Roberto Guimarães, técnico do Barueri (Foto: Gaspar Nóbrega/Hinode/Inovafoto) 

Estreante da Superliga, o Barueri garantiu a vaga após vencer a Superliga B. Com pouco mais de um ano de criação, a equipe começou por incentivo e determinação de Zé Roberto., e o time novato já alcançou resultados expressivos. Na última semana, disputou a final do Campeonato Paulista contra o Osasco, mas perdeu no golden set. Na primeira rodada encontrou o mesmo adversário, e outra vez não conseguiu sair de quadra vencedor. 

Em busca da sua primeira vitória na competição nacional, a equipe de Zé terá pela frente o time mais vitorioso da história da Superliga com 12 títulos conquistados. Um adversário de peso, com jogadoras e um técnico muito experiente, que também fez seu dever de casa. Bernardinho analisou com detalhes cada uma das atletas do Barueri e reconheceu a qualidade técnica da equipe recém formada. 

- Embora o time tenha se montado esse ano, é um time de experiência. A Erika é uma jogadora que começou com a gente há 20 anos, no início do nosso projeto no time do Rio. Jogadora com Olimpíadas no currículo. Junto com ela tem a Suellen, que também foi nossa atleta, a Jaqueline, campeão olímpica e jogadora de grande valor técnico. E um dos grandes destaques: a Edinara, que no ano passado foi uma das jogadoras mais interessantes da competição e esse ano migrou para o Barueri. É um time comandado pelo campeão olímpico Zé Roberto e com uma comissão técnica de muita qualidade. Assim como nosso time, está se ajustando, mas já chegaram na final do paulista colocando o fortíssimo Osasco nas cordas e levando a decisão para o golden set. 

Duas preocupações perseguem os pensamentos do treinador carioca nesse início de temporada. O departamento médico cuida de duas das suas principais jogadoras: Gabi (se recupera de cirurgia e retorna em janeiro) e Juciley. E ainda pode receber mais uma atleta importante depois da partida contra o Barueri. Bernardinho contou que Drussyla está sentindo o ombro e terá que jogar no sacrifício. Outro receio é com a altura das jogadoras do time, que assim como a levantadora Roberta analisou, é menor do que o esperado e vai exigir mudanças estratégicas. 

 

- Estamos com problemas, Gabi em recuperação e Juciely, que ainda não está pronta, voltando de contusão. Precisamos fazer com que o time melhore e trabalhar com as jogadoras para ser mais eficientes. Por ser um time baixo a parte técnica tem que funcionar muito bem, e esse é nosso objetivo. A Drussyla ainda está o ombro um pouco sensível, mas amanhã é um jogo fundamental e ela vai ter que ir para o sacrifício, para que a gente possa tratar dela depois. 

A segunda rodada ainda terá outros três jogos nesta sexta-feira. Fluminense visita o Bauru às 19h, com transmissão ao vivo do SporTV. O Praia Clube enfrentará o São São Caetano, às 19h30, no ginásio do Praia, em Uberlândia, e no mesmo horário, o Osasco terá pela frente o Valinhos, no José Liberatti. No sábado, o Minas joga contra o Pinheiros às 14h05 e o Brasília enfrenta o Sesi às 18h. 

TABELA - 2ª RODADA

20/10
19h - Bauru x Fluminense (SporTV 2)
19h30 - Praia Clube x São Caetano
19h30 - Osasco x Valinhos
21h30 - Sesc/RJ x Barueri (SporTV 2)

21/10
14h05 - Minas x Pinheiros
18h - Brasília x Sesi-SP

 No último encontro, foi o comandante da equipe carioca quem levou a melhor na semifinal da temporada 2013/14. Zé Roberto treinava o Campinas e, depois disso, ficou afastado até assumir seu projeto pessoal no ano passado: o Barueri. 

Entre competições, conquistas de títulos e treinos da seleção, Bernardinho e Zé têm uma longa carreira e seus caminhos já se cruzaram em outras ocasiões. Os dois se conhecem bem e, mais importante, conhecem as características das atletas que estarão em quadra. Vantagem ainda maior para o treinador do time paulista, que comanda a seleção brasileira feminina e convive com algumas das principais jogadoras do Sesc/Rio de Janeiro, como a levantadora Roberta, as ponteiras Drussyla e Gabi Guimarães, a líbero Fabi (que já se aposentou da seleção, mas tem uma carreira vitoriosa com a camisa verde amarela ao lado de Zé) e a oposta Monique. 

- Estamos em um processo de aprendizado de jogar contra as melhores equipes porque viemos de uma série B. Vindo da série B, pegamos os times mais fortes nesse começo. A coisa funciona dessa maneira. A gente pega no próximo confronto o Rio de Janeiro. É importante aprender a jogar com o Rio, entender o que está acontecendo. Se bem, que conheço bastante jogadoras lá, porque a maioria joga na seleção também - comentou Zé. 

Estreante da Superliga, o Barueri garantiu a vaga após vencer a Superliga B. Com pouco mais de um ano de criação, a equipe começou por incentivo e determinação de Zé Roberto., e o time novato já alcançou resultados expressivos. Na última semana, disputou a final do Campeonato Paulista contra o Osasco, mas perdeu no golden set. Na primeira rodada encontrou o mesmo adversário, e outra vez não conseguiu sair de quadra vencedor. 

Em busca da sua primeira vitória na competição nacional, a equipe de Zé terá pela frente o time mais vitorioso da história da Superliga com 12 títulos conquistados. Um adversário de peso, com jogadoras e um técnico muito experiente, que também fez seu dever de casa. Bernardinho analisou com detalhes cada uma das atletas do Barueri e reconheceu a qualidade técnica da equipe recém formada. 

- Embora o time tenha se montado esse ano, é um time de experiência. A Erika é uma jogadora que começou com a gente há 20 anos, no início do nosso projeto no time do Rio. Jogadora com Olimpíadas no currículo. Junto com ela tem a Suellen, que também foi nossa atleta, a Jaqueline, campeão olímpica e jogadora de grande valor técnico. E um dos grandes destaques: a Edinara, que no ano passado foi uma das jogadoras mais interessantes da competição e esse ano migrou para o Barueri. É um time comandado pelo campeão olímpico Zé Roberto e com uma comissão técnica de muita qualidade. Assim como nosso time, está se ajustando, mas já chegaram na final do paulista colocando o fortíssimo Osasco nas cordas e levando a decisão para o golden set. 

Duas preocupações perseguem os pensamentos do treinador carioca nesse início de temporada. O departamento médico cuida de duas das suas principais jogadoras: Gabi (se recupera de cirurgia e retorna em janeiro) e Juciley. E ainda pode receber mais uma atleta importante depois da partida contra o Barueri. Bernardinho contou que Drussyla está sentindo o ombro e terá que jogar no sacrifício. Outro receio é com a altura das jogadoras do time, que assim como a levantadora Roberta analisou, é menor do que o esperado e vai exigir mudanças estratégicas. 

 

- Estamos com problemas, Gabi em recuperação e Juciely, que ainda não está pronta, voltando de contusão. Precisamos fazer com que o time melhore e trabalhar com as jogadoras para ser mais eficientes. Por ser um time baixo a parte técnica tem que funcionar muito bem, e esse é nosso objetivo. A Drussyla ainda está o ombro um pouco sensível, mas amanhã é um jogo fundamental e ela vai ter que ir para o sacrifício, para que a gente possa tratar dela depois. 

A segunda rodada ainda terá outros três jogos nesta sexta-feira. Fluminense visita o Bauru às 19h, com transmissão ao vivo do SporTV. O Praia Clube enfrentará o São São Caetano, às 19h30, no ginásio do Praia, em Uberlândia, e no mesmo horário, o Osasco terá pela frente o Valinhos, no José Liberatti. No sábado, o Minas joga contra o Pinheiros às 14h05 e o Brasília enfrenta o Sesi às 18h. 

TABELA - 2ª RODADA

20/10
19h - Bauru x Fluminense (SporTV 2)
19h30 - Praia Clube x São Caetano
19h30 - Osasco x Valinhos
21h30 - Sesc/RJ x Barueri (SporTV 2)

21/10
14h05 - Minas x Pinheiros
18h - Brasília x Sesi-SP

Fonte: Globo Esporte

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Dourado converte o 11º pênalti, chega a 30 gols no ano e fica perto de recorde de Fred

(Dourado na marca do pênalti: tranquilidade para os tricolores, terror para os adversários; Foto: Nelson Perez / FluminenseFC)

Quando o juiz assinala pênalti, a torcida tricolor já comemora a certeza do gol. Enquanto o número de cobranças desperdiçadas cresce no futebol brasileiro, ver Henrique Dourado pegar a bola é sinônimo de tranquilidade. O roteiro é sempre o mesmo: o camisa 9 reza, respira fundo e coloca a bola no fundo da rede. Contra o São Paulo, o atacante converteu a sua 11ª penalidade em 2017 e melhorou ainda mais as suas estatísticas.

Dos 11 gols de pênalti (confira dez deles no vídeo abaixo*), em nove o goleiro adversário não acertou o canto e sequer saiu na foto. Apenas dois conseguiram isso: Muralha e Thiago, ambos do Flamengo. O segundo foi o único a tocar na bola em uma cobrança de Henrique Dourado, mas não evitou o gol e virou mais um na estatistica perfeita até agora. 

- Nervoso eu fico em todos os pênaltis. Não tem aquele pênalti que você fica mais tranquilo. Em todos dá aquele friozinho na barriga. No dia a dia a gente costuma trabalhar bastante, os goleiros também dificultam nos treinamentos... Esse trabalho é muito importante. E Deus também tem me abençoado muito. Porque mesmo com os goleiros estudando, a bola tem entrado. 100% é uma média muito boa. Trabalho para não errar, mas sei que tenho que estar preparado para isso acontecer - frisou o Ceifador. 

Abel e os tricolores só ficam nervosos quando o camisa 9 não pode cobrar. Na última quarta, Dourado já tinha sido substituído quando o juiz marcou o segundo pênalti para o Flu. Robinho pegou a bola e o treinador começou a gesticular na área técnica sem entender o motivo. Chegou a perguntar ao banco se o atacante era bom batedor. Não sossegou com a resposta de ele já havia cobrado e marcado gols assim pelo Figueirense. Só se acalmou mesmo quando a bola estufou a rede. 

 

HENRIQUE DOURADO EM 2017

50 jogos, três assistências e 30 gols: 

  • 9 de perna direita
  • 6 de perna esquerda
  • 4 de cabeça
  • 11 de pênalti

 

Dos 11 pênaltis, o goleiro... 

  • Não acertou o canto em nove cobranças
  • Acertou o canto e tocou na bola uma vez
  • Acertou o canto sem tocar na bola uma vez

 

Na vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, Henrique Dourado chegou a 30 gols em 2017 e ficou a quatro de igualar a temporada mais goleadora de Fred pelo Flu: o ex-camisa 9 marcou 34 vezes em 2011. No Brasileirão, o Ceifador atingiu a marca de 16 gols e segue na artilharia isolada. 

Em sua melhor participação na competição, o atacante também marcou 16 gols. Foi em 2014. Naquela ocasião ele terminou como vice-artilheiro. Perdeu justamente para Fred, que marcou 18 pelo Flu

Faltam nove rodadas do Brasileirão para o Ceifador seguir melhorando seus números. Fora pelo menos mais dois jogos pela Sul-Americana. O bom momento no campeonato nacional serve como combustível. Nos últimos três jogos, o Tricolor venceu dois e empatou um

- Tínhamos traçado como meta para esses três jogos somar sete pontos. Conseguimos. Agora é continuar com os objetivos para que possamos nos distanciar ainda mais do Z-4. Essa vitória em casa foi fundamental. Esses dois jogos contra Avaí e São Paulo eram confrontos diretos e conseguimos somar esses pontos que lá na frente vão nos ajudar bastante.

Fonte: Globo Esporte

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