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HANDEBOL | Questão tática e condicionamento físico são pontos focais no primeiro dia de curso

Na estreia, evento proporciona 11 horas de Handebol para profissionais e aspirantes vindos de todo o Brasil

O interior de SP transformou-se na capital nacional do Handebol pelo segundo ano consecutivo. Depois de sediar a Final Four do Super Paulistão em 2011, a cidade de Mogi-Mirim recebe durante todo o final de semana dos dias 09, 10 e 11 de novembro, o Curso de Handebol 2012, num evento que atraiu cerca de 120 pessoas para o Clube Mogiano, apenas no primeiro dia.

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Paula pequeno visita unidades da ENE em Brasília

A bi-campeã olímpica Paula Pequeno, visita todas as unidades da Escola Nacional de Esportes. Programa que tem como principal objetivo o desenvolvimento do esporte brasileiro utilizando de uma metodologia de ensino e treinamento que envolve todos os aspectos considerados importantes na formação do Profissional ligado ao esporte, com base na filosofia de grandes nomes do Esporte Brasileiro, expoentes em suas modalidades. Paula, que assina pela modalidade de vôlei, fará um tour esta semana pelas unidades de Brasília. Confira a agenda:
 

COLÉGIO DOM BOSCO – Segunda-feira (09/05) – 18:00 horas.

COLÉGIO ROGACIONISTA: Terça-feira (10/05) – 20:00 horas.

COLÉGIO PROJEÇÃO 7 ESTRELAS: Quarta-feira (11/05) – 14:00 horas.

COLÉGIO PROJEÇÃO TAGUATINGA: Quarta-feira (11/05) – 18:30 horas.

COLÉGIO PROJEÇÃO SANTA TEREZINHA: Quinta-feira (12/05) – 16:00 horas.

COLÉGIO CEAN: Segunda-feira (16/05): - 18:30 horas.
COLÉGIO PROJEÇÃO GUARÁ I: Sexta-feira (01/06) – 18:30 horas.
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14, 15 e 16 de Dezembro - Curso de Fisioterapia Esportiva

Curso de Fisioterapia Esportiva levará até você conhecimento e experiências de forma prática sobre o trabalho realizado na Fisioterapia em 3 modalidades específicas. VOLEIBOL, BASQUETE E HANDEBOL.

Uma oportunidade úncia de conhecer o trabalho realizado pelos Fisioterapeutas das Seleções Brasileiras nas principais competições atuais.

  • As principais lesões de cada modalidade, 
  • As técnicas específicas de prevenção, 
  • Os exercícios funcionais adaptados a cada modalidade,
  • A corrida contra o tempo para recuperação dos atletas,
  • O Protocolos e o planejamento para o retorno as quadras;
  • A adaptação aos treinos após intervenção cirúrgica;
  • Apresentação de casos de atletas consagrados;

O Curso tem o principal objetivo de capacitar os Profissionais para o trabalho com Equipes e Atletas de cada uma das modalidades.

 

 Fisioterapia no Voleibol – Palestrante Ricardo Regi 

  • Seleção Brasileira de Vôlei Feminino
  • Campeão Olímpico Pequim 2008

 Fisioterapia no Basquetebol – Palestrante Daniel Kan

  • Seleção Brasileira de Basquete Masculino
  • Olimpíadas de Londres 2012

 Fisioterapia no Handebol – Palestrante Gustavo Lopes

  • Seleção Brasileira de Handebol
  • Fisioterapeuta do Instituto Vita
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As Regras do TÊNIS DE MESA

O jogo
Uma sequência é o período durante o qual a bola está em jogo. A bola se encontra em jogo a partir do último momento em que está estacionária na palma da mão livre antes de ser projetada de propósito durante o saque, até que a sequência seja decidida com uma obstrução ou com um ponto.. Uma obstrução é uma sequência a qual o resultado não é contado. Um ponto é uma sequência a qual o resultado é contado. A mão da raquete é a mão que está carregando a raquete, a mão livre é a mão que não está carregando a raquete. O braço livre é o braço da mão livre. Um atleta bate na bola, se ele toca a bola no jogo com sua raquete, segura na sua mão, o saque ou serviço muda de mãos quando a soma dos pontos dos dois jogadores for um número múltiplo de dois, ou com sua mão da raquete abaixo do punho.

Um atleta "obstrui" a bola, se ele, ou qualquer coisa que carregue ou vista, toca na bola em jogo quando ela ainda está acima ou passando e se dirigindo a superfície de jogo, não tendo tocado seu lado desde a última batida do seu oponente. O sacador é o atleta que tem que bater na bola por primeiro na sequência. O recebedor é o atleta que tem que bater na bola por segundo na sequência. O árbitro é a pessoa apontada para controlar um jogo. O árbitro auxiliar é a pessoa apontada para auxiliar o árbitro com determinadas decisões. Qualquer coisa que o atleta vista ou carregue inclui qualquer coisa que ele estava vestindo ou carregando, que não seja a bola, no início da sequência. A bola deve ser considerada como tendo passado sobre ou em torno da rede e seus acessórios se ela passar em qualquer lugar que não seja entre a rede e poste-suporte ou entre a rede e a superfície de jogo. A "linha de fundo" deve ser considerada como uma extensão indefinida em ambas as direções.

O serviço
A atual regra de serviço para as partidas de tênis de mesa inclui várias restrições ao modo como se deve fazê-lo. Antes de ser efetuado o serviço, o jogador deve repousar a bola sobre sua mão aberta de modo que o adversário e os árbitros possam vê-la. A bola deve ser lançada verticalmente para cima no mínimo 16 cm acima da posição de repouso. Durante esse lançamento e no golpe subsequente o servidor não pode colocar seu corpo, acessórios ou sua própria raquete entre a bola e o servidor de modo que impeça este de observá-la.

No saque, o sacador deve rebater a bola fazendo com que ela toque em sua mesa e, em seguida, na mesa do adversário  . Apenas em jogos de duplas é obrigatório que a bola toque no lado direito da mesa do sacador e, em seguida, no lado direito da mesa do recebedor.[8] Se, após tocar a mesa do sacador, a bola tocar na rede e tocar na mesa do recebedor caracteriza-se uma obstrução e o saque deve ser repetido sem bônus de pontos para os jogadores. O número de obstruções no saque é ilimitado, ou seja, o jogador deve sacar até que o saque seja considerado bom ou até que erre efetivamente o saque.

O servidor perde o ponto se, ao servir:

    Tocar na mesa;
    Passar a bola diretamente para o lado do adversário, sem que esta toque na mesa;
    Mandar a bola para a rede;

A área de jogo
Em jogos oficiais, a área de jogo deve ter 14 m de comprimento, 7 m de largura e 5 m de altura e ser circundada por separadores (comumente conhecidos como "aparadores") de até 1,5 m de comprimento e até 0,75 m de altura. Ver artigo 3.2.3 Considera-se ideal que a área de jogo seja iluminada artificialmente (em ginásios sem focos de luz) e não tenha no chão, nas paredes ou no teto coberturas ou objetos brilhantes que possam atrapalhar a visão dos jogadores.
Sistema de aceleração

O sistema de aceleração é uma regra implantada com o objetivo de proibir antidesportividades durante as partidas como a falta de competitividade, na qual os jogadores trocam bolas sem o objetivo de vencer o ponto. Contudo, sua execução em jogos é rara e, por pouco uso, confusa.

Essa regra prevê que, se nenhum dos atletas alcançou o número de 9 pontos num set após pelo menos 10 minutos jogados ou a pedido de um dos atletas, um dos árbitros iniciará a contagem dos golpes de cada atleta. A cada saque, se o recebedor ou dupla recebedora fizer 13 retornos bons, o recebedor deverá ganhar o ponto disputado.


Equipamentos
Mesa, raquete e bola para a prática do tênis de mesa.

A mesa
A parte superior da mesa de jogo deve ser retangular e é denominada superfície de jogo ( mesa ). Os lados verticais do tampo da mesa não fazem parte da superfície de jogo. Suas dimensões devem ser de 2,74 m de comprimento, 1,52 m de largura e 0,76 m de altura.

A superfície de jogo pode ser de qualquer material desde que este produza na bola um quique uniforme em torno de 23 cm quando lançada de uma altura de 30 cm. A cor desse material deve ser escura e fosca contendo linhas brancas de 2 cm de largura ao longo das extremidades laterais e das linhas de fundo da mesa. A superfície de jogo, ainda, deve ter uma linha central de largura de 3 mm que divide cada lado da mesa em duas partes a fim de ser utilizada em jogos de duplas.
A rede e seus acessórios

No tênis de mesa a rede é o conjunto do pano da rede, da suspensão e dos postes-suportes incluindo os ferros que a fixam à mesa. A rede deve ter a altura de 15,25 cm e deve se prolongar 15,25 cm para fora de cada lado da mesa.
A bola (40 mm).

A bola
A bola usada nas competições de tênis de mesa deve ser feita de celuloide ou plástico similar e ter diâmetro de 40 mm. Seu peso ideal é 2,74 g e sua cor deve ser branca ou laranja fosca.
Antes do ano 2000, as bolas utilizadas nas partidas tinham o diâmetro de 38 mm, o que lhes conferia mais velocidade em relação às bolas usadas atualmente se ambas forem submetidas a condições idênticas para comparação. Desde os Jogos Olímpicos de Sidney 2000, a bola utilizada em competições de tênis de mesa passou a ter o diâmetro de 40 mm.

A raquete
A raquete usada nas competições de tênis de mesa pode ser de qualquer tamanho, forma ou peso, porém a lâmina deve ser plana e rígida. Além disso, pelo menos 85% do material da raquete em relação à espessura deve ser de madeira natural.
O lado da raquete utilizado para bater na bola deve ser coberto por uma borracha com pinos para fora tendo uma espessura máxima de 2 mm ou uma borracha "sanduíche" com pinos para dentro ou para fora tendo uma espessura máxima de 4 mm.
As raquetes devem ter pelo menos um material de cobertura que não deve se estender além dos limites da lâmina da raquete, bem como não deve ser curto a ponto de permitir que a bola bata diretamente na madeira da raquete.
Obrigatoriamente, o material de cobertura deve ser de cor fosca sendo vermelho-vivo de um lado e preto do outro. Mesmo que um dos lados não possua cobertura, essas cores devem ser aplicadas uma em cada lado da raquete.
Antes do início de uma partida, as raquetes de cada jogador devem ser verificadas pelos árbitros e pelo jogador adversário. Iniciada a partida a raquete não deve ser trocada sem o consentimento do árbitro e do adversário.


Empunhaduras

Clássica
Na empunhadura clássica a raquete é empunhada de maneira a se parecer com um aperto de mãos, onde o indicador repousa sobre uma das borrachas. Tem como pontos fortes a potência ao golpear de backhand e a facilidade no aprendizado inicial. Como pontos fracos, a dificuldade no ponto de troca entre forehand e backhand.

Caneta
Na empunhadura caneta o jogador segura a raquete de forma que se pareça com o manusear de uma caneta ao escrever. Jogadores caneteiros utilizam apenas um dos lados da raquete com borracha para golpear a bola. Tem como pontos a velocidade e força do forehand. Como ponto negativo, a necessidade de um excelente footwork, por utilizar com mais ênfase o forehand.

Classineta
A empunhadura classineta é uma evolução da empunhadura caneteira na qual o atleta segura a raquete de forma similar aos caneteiros, porém com certa liberdade no manuseio, dando também a vantagem de usar a parte de trás da raquete para fazer o backhand. Assim possa ser completada.

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O Tênis de Mesa

É um dos esportes mais populares do mundo em termos de número de jogadores. O tênis de mesa é conhecido como sendo o esporte com o tipo de bola mais rápida do mundo, sendo o esporte de raquete que mais produz efeito (rotação) na bola.
O jogador Hugo Hoyama é o destaque do tênis de mesa brasileiro na atualidade. Ele ganhou várias medalhas em campeonatos mundiais, pan-americanos (recordista brasileiro) e Jogos Olímpicos. Porém, nas Olimpíadas de Londres 2012 (6ª edição que participou), o experiente mesa-tenista brasileiro foi eliminado ao perder na estreia para o polonês Zengyi Wang.

- O último Campeonato Mundial de Tênis de Mesa (individual) ocorreu em abril de 2015, na cidade de Suzhou (China). O título ficou com o número um do ranking mundial, o chinês Ma Long.

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Paula Pequeno - Títulos e História

PAULA PEQUENO

Títulos
Pela Seleção Brasileira

Campeã dos Jogos Olímpicos de Londres - 2012
Campeã dos Jogos Olímpicos de Pequim - 2008
MVP das Olimpíadas de Pequim - 2008
Campeã do Jogos Pan-Americanos - 2011
Campeã do Grand Prix - 2008
Campeã do Torneio de Voleibol Final Four - 2008
Campeã do Grand Prix - 2005
Campeã da Copa Pan-Americana de Voleibol Feminino - 2011
Campeã do Campeonato Sul-Americano de Voleibol Feminino
Campeã do Campeonato Sul-Americano de Voleibol Feminino - 2007
Campeã do Torneio de Courmayeur - 2005
Campeã do Montreux Volley Masters - 2005
Campeã do Campeonato Sul-Americano de Voleibol Feminino - 2003

 

Juvenil
 Campeã do Campeonato Sul-americano de Voleibol Feminino Sub-20 2000
 Campeã do Campeonato Mundial de Voleibol feminino sub-20 2001

Vice-campeã da Copa do Mundo de Vôlei - 2003
Vice-campeã do Campeonato Mundial de Voleibol - 2006
Vice-campeã do Jogos Pan-Americanos - 2007
Vice-campeã da Copa do Mundo de Vôlei - 2007
Vice-campeã da Copa dos Campeões - Japão 2009
Vice-campeã do Grand Prix de Vôlei - Ningbo 2010
Vice-campeã do Grand Prix de Vôlei - Macau 2011
Vice-campeã do Grand Prix de Vôlei - Ningbo 2012

Clubes

Leite Moça/Jundiaí
Campeã do Sul-americano de Clubes - 1997
Campeã do Campeonato Paulista - 1997
Vice-campeã da Superliga - 97/98

Finasa/Osasco
Octacampeã do Campeonato Paulista de Voleibol Feminino - 2001, 2002, 2003, 2004, 2006, 2007, 2008 e 2009
Tricampeã da Superliga - 02/03, 03/04, 04/05
Campeã da Copa Brasil de Vôlei 2008
Tricampeã da Salonpas Cup 2002, 2005 e 2008
Campeã da Copa São Paulo de Vôlei 2006
Vice-campeã da Superliga 01/02, 05/06, 06/07, 07/08 e 08/09
Vice-campeã da Copa Brasil de Vôlei 2007

Zarechie Odintsovo/Toyota
Vice-campeã da Copa Russa 2009
Campeã do Campeonato Russo de Voleibol 2009/2010

Volei Futuro/Reunidas
Campeã Jogos do Interior Santos 2010
Vice-campeã Campeonato Paulista 2010
Vice-campeã do Torneio Top Volley 2010
Campeã do Campeonato Paulista - 2011

Prêmios individuais
Seleção Brasileira
Melhor atacante do Campeonato Sul-americano Juvenil de Voleibol Feminino - 2000
MVP - Jogadora mais impressionante Copa do Mundo de Voleibol - 2003
MVP do Grand Prix - 2005 ( 3° melhor pontuadora, 9° melhor atacante, 11° melhor bloqueadora, 7° melhor defensora e 6° melhor passadora)
MVP do Campeonato Sul-americano de Voleibol Feminino - 2007
   
Clubes
Melhor Atacante da Superliga 2007
MVP da Copa Brasil de Vôlei - 2007
MVP da Copa Brasil de Vôlei - 2008
Dentre vários prêmios de melhor em quadra.

História de PAULA PEQUENO

Diferente do que alguns podem imaginar, a vida de Paula Pequeno no vôlei começou como torcedora. Aos 12 anos, ela assistia a uma partida de seu irmão Cláudio e, lá mesmo da arquibancada, sua presença no ginásio não passou despercebida pelo técnico Jorge Gabiru, que, impressionado com sua altura, a convidou para uma seletiva da ASBAC – Associação dos Servidores do Banco Central, em Brasília, dando início à sua trajetória de sucesso.

O contato de Paula com o esporte, porém, já havia acontecido algum tempo antes, ainda dentro de casa. O vôlei sempre esteve enraizado em sua família, começando por sua mãe Gercione Leite Marques, a Gê, atacante do time de vôlei do Ministério da Educação – CAPES/MEC, que sempre levava os filhos para os jogos de final de semana.

Em meados da década de 80, o vôlei brasileiro vivia um momento de solidificação com estrelas como Jacqueline e Vera Mossa. Nesta época, Paula tinha apenas três anos, mas já demonstrava curiosidade no esporte ao esticar os bracinhos pronunciando “chechete, mamãe”, tentando se referir à manchete, técnica de recepção utilizada no esporte.  Além de se espelhar na mãe e no irmão para seguir na carreira, Paula teve o incentivo e apoio do tio Max, irmão de Gê. O tio, outro aficionado por esportes, foi fundamental para a consolidação de sua carreira, já que a levava para os treinos e acompanhava todos seus jogos desde o início.

Em 1994, aos 12 anos, começou a atuar pela “ASBAC – Associação dos Servidores do Banco Central”, e aos 13 já estava na seleção brasiliense de vôlei. Em 1996, ainda em Brasília, recebeu convite para testes nas equipes Nestlé, E.C.Pinheiros e BCN, em São Paulo. A mudança para São Paulo aconteceu no ano seguinte, quando entrou para o BCN. No mesmo ano, mudou para a equipe Nestlé, atuando ao lado da jogadora Leila. Em 1998, aos 16 anos, Paula foi para o Dayvite, onde conheceu o técnico José Roberto Guimarães e dividiu as quadras com Ana Moser, de quem já era fã incondicional. No ano seguinte, Paula retornou para o BCN, que, mais tarde, passaria a se chamar FINASA/Osasco, que deu origem anos mais tarde ao Sollys/Osasco, equipe que ficaria na história de Paula para sempre.

Aos quinze anos, a atleta treinou por seis meses com a seleção brasileira juvenil, mas a estreia com a “amarelinha” ocorreu aos 17 anos. Aos 18, recebeu sua primeira medalha como vice-campeã mundial. Em 2001, aos 19 anos, sagrou-se campeã mundial na categoria sub-20, e no ano seguinte começava a figurar na seleção principal.

Com uma carreira meteórica e apontada como a grande esperança do Brasil nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, Paula se preparava para estrear na mais importante competição do planeta quando uma grave lesão no joelho esquerdo a privou do sonho olímpico daquela vez.

Para Paula, pior do que ficar fora da competição foi assistir pela TV à derrota do Brasil nas semifinais para a Rússia, no inesquecível jogo em que o time esteve a um ponto de fechar a partida, mas foi superado pela frieza e disciplina das russas, que viraram o jogo de maneira dolorida para as brasileiras.

O sentimento de impotência por estar distante de suas companheiras foi muito doloroso, e a cabeça de Paula se focou na recuperação e na sua reintegração à seleção, que ocorreu em 2005, início do ciclo olímpico de Pequim.

A volta por cima de Paula após a lesão começou com os títulos do Grand Prix com a seleção em 2005 e 2008, mas não parou por aí. O ciclo olímpico de Pequim chegava a seu final com a expectativa dos jogos no país asiático em 2008, quando as brasileiras entraram como favoritas, mas ainda traumatizadas com a derrota na final de quatro anos antes, ainda sem Paula.

Com uma campanha quase perfeita, porém, o time liderado por José Roberto Guimarães não deu chance para as adversárias, perdeu apenas um set na competição e chegou à tão sonhada medalha olímpica na China. O grande destaque daquele time foi justamente Paula Pequeno, eleita a MVP dos Jogos Olímpicos naquele inesquecível ano na carreira da ponteira, que ainda marcou presença entre as dez melhores atletas da competição em três fundamentos: ataque, bloqueio e defesa.

Depois de ganhar a medalha de ouro e ser MVP nos jogos olímpicos de Pequim-2008, Paula chegou a Londres como uma das líderes e mais experientes da equipe comandada por José Roberto Guimarães.

Após a conquista do Bi Olímpico em Londres, a atleta consagrou ainda mais a sua passagem de muitos anos pela seleção.

“…Foi uma Olimpíada marcada por momentos muito difíceis mas que com a colaboração e entrega total de todas nós, conseguimos mais uma vez confirmar a nossa competência trazendo para o Brasil a segunda medalha de ouro consecutiva em Jogos Olímpicos e marcar o nome deste grupo na história do esporte brasileiro para sempre”

Dona de uma liderança nata, Paula se sente muito orgulhosa por todos os anos dedicados ao nosso País e será lembrada para sempre como uma grande guerreira, munida de coragem, entusiasmo e paixão pelo seu esporte.

A trajetória de Paula Pequeno também é vitoriosa nos clubes pelos quais passou durante sua carreira. A ponteira fez história no Osasco, equipe que passou onze anos de sua carreira e conquistou o tricampeonato da Superliga e o octacampeonato Paulista. Além do ASBAC, Nestlé, Dayvit, Osasco e Vôlei Futuro, Paula também jogou fora do país em duas oportunidades: no Zarechie Odintsovo, da Rússia, de 2009 a 2010, onde foi campeã russa, e no Fenerbahçe, da Turquia, de 2012 a 2013, ano em que fez sua “volta para casa” para defender a equipe do Brasília Vôlei na Superliga.

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