Notícias

Vejam as últimas notícias da ENE

HomeNotícias

Alemanha derruba Brasil e retorna à liderança do ranking da Fifa

(Jogadores da Alemanha comemoram gol contra a Noruega, pelas eliminatórias Foto: TF-IMAGES VIA GETTY IMAGES)

 

A Fifa divulgou nesta quinta-feira a atualização de seu ranking. A principal novidade é que a Alemanha destronou o Brasil e retornou à liderança da lista, dando continuidade a um incrível "cabo-de-guerra" que vem marcando 2017. 

Isso aconteceu por causa das duas categóricas vitórias alemãs sobre República Tcheca e Noruega nos dois últimos jogos das eliminatórias europeias, enquanto o Brasil acabou sendo derrubado pelo empate com a Colômbia, pelas eliminatórias sul-americanas.

Abaixo dos líderes, a Bélgica subiu quatro posições e entrou no top 5 após garantir sua classificação para o próximo Mundial.

Já Portugal, atual campeão da Eurocopa, também "pegou o elevador" e chegou ao 3º posto.

Outras subidas notáveis foram as de Cabo Verde (de 67º, subindo 47 posições), Luxemburgo (101º, subindo 35 posições), Bolívia (46ª, subindo 22 posições) e Dinamarca (26ª, subindo 20 posições). 

Tudo isso graças a boas vitórias ou empates nas eliminatórias contra seleções melhores colocadas: África do Sul, França, Chile e Polônia, respectivamente.

Luxemburgo, aliás, alcançou sua melhor posição na história do ranking depois do histórico 1 a 1 com os Bleus.  

França liderando e Holanda em situação crítica: veja como está a disputa por vaga no Grupo A das Eliminatórias Europeias

Outras equipes que também bateram seus próprios recordes foram Peru (12º, subindo 3 posições), Irlanda do Norte (20ª, subindo 3 posições) e Síria (75ª, subindo 5 posições), também graças a bons resultados nas eliminatórias da Copa.

A Bolívia, enquanto isso, aparece entre cinco novos membros do clube dos top 50, ao lado de Montenegro (37º, subindo 15 posições), Bulgária (38ª, subindo 14 posições), Escócia (43ª, subindo 15 posições) e Haiti (48º, subindo 7 posições).

A próxima atualização do ranking sairá em 16 de outubro de 2017.

Confira o top 10 do ranking da Fifa

1. Alemanha - 1.606 pontos
2. Brasil - 1.590 pontos
3. Portugal - 1.386 pontos
4. Argentina - 1.325 pontos
5. Bélgica - 1.265 pontos
6. Polônia - 1.250 pontos
7. Suíça - 1.210 pontos
8. França - 1.208 pontos
9. Chile - 1.195 pontos
10. Colômbia - 1.119 pontos

Fonte: ESPN

Compartilhar

Brasil cai para a Itália no tie-break e perde a primeira na Copa dos Campeões

(A seleção viu a Itália levar no tie-break o disputado embate em Nagoya Foto: Divulgação / FIVB)

Em uma partida equilibrada e só decidida no tie-break, a seleção brasileira masculina de vôlei foi superada pela Itália por 3 a 2 (25/15, 25/27, 25/27, 25/18 e 12/15), na madrugada desta quarta-feira pela Copa dos Campeões, em Nagoya. Após vencer bem a França na estreia, o time do Brasil conheceu seu primeiro revés no torneio. Nos outros resultados da rodada, o Irã venceu os EUA por 3 a 2, e a França bateu o Japão por 3 a 0. Após a partida, o levantador e capitão da seleção brasileira, Bruninho, fez questão de cumprimentar a Itália pelo resultado positivo e falou sobre o andamento da partida. 

- Parabenizamos a equipe italiana pela vitória. Eles vieram com uma tática muito clara de jogo, que foi forçar o saque. Chegaram quase que para o tudo ou nada neste fundamento e tiveram sucesso. Nos sets que venceram, quebraram muito a nossa recepção, fizeram pontos de saque e isso acabou determinando o placar do jogo - disse Bruninho. 

A competição terá uma pausa na quinta, retornando na sexta-feira com mais três jogos. Em busca da reabilitação, os brasileiros encaram os iranianos, às 0h40. A França vai encarar os EUA, enquanto a Itália medirá forças com os anfitriões. Logo após a partida, a seleção brasileira viajou para Osaka, sede da sequência do campeonato. 

O jogo

Credenciado pela categórica vitória na estreia contra a França, a equipe brasileira começou a mil por hora e liquidou a primeira parcial em apenas 22 minutos. Sem dar a menor chance aos rivais, os comandados por Renan dal Zotto fizeram 25/15, dando a ilusória impressão de que haveria um duelo desigual. 

O panorama, no entanto, começou a mudar já na parcial seguinte. A Itália se acertou em quadra, e a partida passou a ser disputada com equilíbrio. O time europeu levou a melhor e selou em 27/25.  

A facilidade do início já era coisa do passado, e o que se via em Nagoya era um embate absolutamente imprevisível e emocionante. Assim como aconteceu no set anterior, os italianos repetiram o placar no terceiro e viraram para 2 a 1. 

Na pressão máxima, os brasileiros foram para cima em busca da igualdade, porém a partida seguia duríssima, com vantagem de lado a lado. A seleção, no entanto, conseguiu abrir cinco pontos de vantagem (21/16) e encaminhou o triunfo por 25/18, levando a decisão para o quinto e derradeiro set. 

Como esperado, o tie-break também foi parelho e com emoção até o fim. Depois de ver o adversário fazer 7/6, o Brasil virou para 8/7. A reação brasileira, entretanto, parou aí. A Itália chegou a 13/11 e depois liquidou a parcial em 15/12, vencendo o equilibrado duelo em Nagoya e se recuperando do revés para o Irã na estreia. 

A equipe brasileira começou com Bruninho, Wallace, Mauricio Souza, Lucão, Lucarelli, Maurício Borges e o líbero Tiago Brendle. Entraram durante a partida Isac, Renan e Raphael. Com 17 pontos, Wallace foi o melhor homem da seleção. Pelo selecionado italiano, destaque absoluto para Luca Vettori, dono de 27 pontos. 

TABELA

Dia 12.09 (terça-feira) – França 0 x 3 Brasil (25/27, 25/27 e 22/25)
Dia 13.09 (quarta-feira) – Brasil 2 x 3 Itália (25/15, 25/27, 25/27, 25/18 e 12/15)
Dia 15.09 (sexta-feira) – Irã x Brasil, às 0h40
Dia 16.09 (sábado) – Estados Unidos x Brasil, às 0h40
Dia 17.09 (domingo) – Brasil x Japão, às 6h15

Fonte: Globo Esporte

 

Compartilhar

Scheidt não pensa em se aposentar e vê nossa categoria como recomeço

(Robert Scheidt é tricampeão Pan-Americano Foto: Fred Hoffmann/Divulgação)

Robert Scheidt disputou os Jogos Olímpicos Rio 2016 aos 43 anos e terminou na quarta colocação. Um ano mais velho, um dos principais velejadores da história do Brasil mudou para a categoria 49er e não tem planos de aposentadoria. O atleta paulista, em entrevista à Gazeta Esportiva, revelou como foi o processo de mudança de categoria, que vem sendo como um recomeço em termos de ganhar novas habilidades, e deixou claro que ainda tem muitas opções para continuar velejando.

“Uma coisa é a vela olímpica a outra é vela no geral. Existem diversos circuitos (que não são relacionados às classes Olímpicas). Mesmo que minha carreira olímpica acabe, tenho vontade de velejar em outras categorias. Não sei quando será isso, eu já rejeitei muitas propostas para continuar nas olimpíadas e já tive propostas para ser técnico. Quando for eu vou saber”, comentou o bicampeão olímpico.

“Eu preferia ter disputado (as Olimpíadas) na classe star. Chegando ao final da categoria, tive que voltar para o individual depois de oito anos fora. A Laser foi minha única opção. Daí chegou a oportunidade com o Gabriel Borges, ele estava disposto a me ensinar porque tem cinco anos de experiência, e acabei fazendo a transição após o Rio 2016. Eu abracei o projeto. Para mim é uma novidade, um novo horizonte e uma nova motivação. É um desafio para mim porque exige outras características que tenho que melhorar, como agilidade, mas acho que a evolução tem sido boa”.

No Campeonato Mundial de 49er – classe em que o barco exige que os atletas fiquem em pé durante a regata e que a duração da prova é menor do que a Laser –, Scheidt e Borgers terminaram na 40ª colocação. Apesar disso, o 13 vezes campeão mundial não se preocupou tanto com o seu desempenho.

“É uma classe bem diferente, com dois velejadores no trapézio, muita dinâmica, duas velas e uma velocidade maior. Comecei a velejar com o Gabriel Borges e tenho pouco tempo de classe. No circuito europeu, o resultado era esperado pelo tempo de contato com a classe. Tivemos alguns resultados bons no começo, mas sofremos no final. No Mundial, no meio para o final, sofremos com o vento. É normal. A classe requer muita experiência para fazer as manobras”.

Robert Scheidt também contou como foi disputar uma Olimpíadas com sua esposa, a lituana Gintare Volungeviciute, que competiu na classe Laser Radial. “Foi maravilhoso. Conheci ela no jogo de 2008, quando começamos a namorar e depois em 2012 a gente participou também. Agora foi especial porque meu filho acompanhou, esteve lá. Ele nunca vai esquecer”.

Fonte: Gazeta Esportiva

Compartilhar

Vantagem dos motores da Mercedes após manobra não preocupa Vettel

Sebastian Vettel (Ferrari) e Lewis Hamilton (Mercedes) passam pelos boxes
Imagem: AFP/Pool/Valdrin Xhemaj

A decisão da Mercedes de antecipar a última atualização de seu motor do ano causou muita polêmica na Fórmula 1 nas últimas semanas, mas não preocupa sua maior rival, a Ferrari. O time italiano optou por esperar para introduzir melhoras, e embora esteja em desvantagem atualmente, acredita que pode ganhar mais na reta final do campeonato. O quarto e último motor da Mercedes foi introduzido antes do GP da Bélgica, aproveitando uma brecha no regulamento que permitia o uso de mais óleo lubrificante no processo de combustão, algo que faz diferença especialmente em classificação. A Ferrari, por sua vez, avaliou que a vantagem não seria tão significativa e decidiu adiar a introdução do quarto motor, como explicou Sebastian Vettel. “Não sei se esse foi o plano o tempo todo para eles, ou se eles reagiram à mudança [na regra] e adiantaram as coisas porque tinham outros problemas. Acho que nós estamos dentro da nossa meta. Obviamente sabemos que haverá uma mudança a partir de agora, mas seria bobo simplesmente deixar essa oportunidade passar, mas esse não era nosso propósito.” Mesmo que o alemão tenha visto o rival Lewis Hamilton ganhar as duas corridas disputadas desde a introdução do novo motor e roubar a liderança do campeonato, a chefia da Ferrari segue acreditando que a decisão da Scuderia foi correta. “Não há nenhum nenhum conflito”, assegurou Maurizio Arrivabene. “A Mercedes introduziu sua última atualização cedo, o que também traz desvantagens, porque não dá para desenvolver mais o motor ao longo da temporada e é isso que eu tenho a dizer sobre o assunto.”

A aposta da Ferrari é no motor que está sendo desenvolvido usando impressoras 3D e que não tem data para ser introduzido. Um dos problemas da Scuderia é o fato de Vettel já estar usando seu quarto e último turbocompressor desde a quinta etapa, na Espanha, correndo risco de sofrer alguma punição nas sete provas restantes. Na Mercedes, o chefe Toto Wolff defendeu a decisão da Mercedes e reconheceu o risco de perder terreno para a Ferrari quando os italianos estrearem seu último motor. “Acho que as coisas ganharam uma projeção maior do que deveriam. Introduzimos a última atualização antes para termos mais performance, com o risco de faltarem muitas corridas para o fim da temporada. Além disso, o desenvolvimento vai ter que parar agora e, quanto mais você demora para introduzir a última atualização, mais você pode ganhar”, avaliou. “Nós não adotamos nossa estratégia para ganhar vantagem queimando mais óleo.

E quem quiser pode perguntar À FIA qual a diferença disso e eles vão dizer que todos os motores estão basicamente iguais nesse sentido. Não sei por que isso ganhou tanta importância.” Em um circuito que deve ser favorável para a Em um circuito que deve ser favorável para a Ferrari, os pilotos voltam à pista nesta sexta-feira para os treinos livres do GP de Cingapura. 

Confira os horários do GP de Cingapura 

Sexta-feira Treino Livre 1   das 7h às 8h30 

Treino Livre 2   10h30 ao meio-dia 

Sábado 

Treino Livre 3   das 7h  às 8h 

Classificação das 10h às 11h 

Domingo Corrida 9h

Compartilhar

À espera de Manoela, Fabiana Murer incentiva futuro do atletismo

(Fabiana trazendo a chama dos Jogos Escolares Foto: Leonardo Filipo)

Falta pouco para Manoela vir ao mundo. Grávida de seis meses, a filha de Fabiana Murer deve nascer antes do Natal. Aposentada desde o fim do ano passado, a campeã mundial do salto com vara anunciou a gravidez dois meses atrás, fruto do casamento com o seu marido e ex-treinador Elson Miranda. A rotina de exercícios foi suspensa recentemente. Esta semana, sua principal atividade é passar experiência para os atletas entre 12 e 14 anos dos Jogos Escolares da Juventude, que começou nesta terça-feira em Curitiba. 

O fato de o salto com vara não fazer parte da programação do atletismo na competição é o de menos. Murer voltou a ser embaixadora dos Jogos Escolares incentivando os mais novos. 

- É super gostoso ficar no meio desses jovens. Estou vendo o pessoal muito emocionado de me ver e tirar fotos. É muito gostoso esse carinho. Acho importante participar, incentivar a garotada. Vejo as carinhas de felicidade por ver de perto seus ídolos. Sei que nem todos irão bem nessa competição, mas temos que saber conviver vitórias e derrotas, que fazem parte do nosso dia a dia - disse. 

Apesar da suspensão dos exercícios, a ex-atleta de 36 anos segue em intensa atividade. Abriu um instituto de saúde, onde desenvolveu um método para prevenir lesões, rabalha como manager do BM&F, clube que defendia, e integra as comissões de atletas do Comitê Olímpico doo Brasil e da Federação Internacional de Atletismo. No meio disso tudo precisou se acostumar com as novidades da primeira gravidez. 

- O corpo muda bastante, algumas roupas não me servem mais. Estava me exercitando, correndo até bem pouco tempo, mas tive que parar - disse.  

A inevitável pergunta: Murer vislumbra a filha seguindo o seu caminho? 

- Vamos incentivá-la a praticar esporte, não necessariamente o salto. 

A primeira etapa da edição de 2017 dos Jogos Escolares da Juventude, para alunos entre 12 e 14 anos, começou nesta terça-feira, em Curitiba. São 4.043 alunos de 1.401 escolas, número recorde, disputando 13 modalidades até o próximo dia 22. A entrada é gratuita para o público em todos os locais de competição. 

Fonte: Globo Esporte

Compartilhar

Botafogo e Grêmio apostam no mistério em duelo pelas quartas da Libertadores

(Botafogo e Grêmio duelam no Engenhão pelo jogo de ida das quartas da Libertadores Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

Botafogo e Grêmio fazem nesta quarta-feira um importante confronto às 21h45, no estádio do Engenhão, no Rio, pela rodada de ida das quartas de final da Copa Libertadores. E apesar de adotarem estilos diferentes, as duas equipes parecem ter apostado na mesma estratégia para o confronto: o mistério sobre as suas escalações. 

Para o time carioca, que se notabilizou pelo estilo de jogo preciso e letal nos contra-ataques, as principais dúvidas recaem sobre as presenças do zagueiro argentino Joel Carli, do volante Rodrigo Lindoso e do meia João Paulo, além do atacante Marcos Vinícius, todos recuperados de problemas musculares. A única certeza é de que Gilson será o substituto do suspenso Victor Luis na lateral esquerda.

“Mais um jogo decisivo no ano. Essa pausa foi benéfica por conta da situação dos lesionados. Seria melhor ter contato com todos nesse período, mas os quatro estão relacionados para o jogo. Mas quem inicia ou não eu vou fazer uma surpresa. Só dessa vez”, brincou o técnico Jair Ventura.

Ainda assim, com ou sem a presença de alguns titulares, Jair Ventura lembrou que o surpreendente Botafogo passou por difíceis obstáculos na competição como Colo-Colo, Olimpia, Estudiantes e Nacional, do Uruguai. Ganhou, assim, confiança para encarar o Grêmio.

“A palavra é equilíbrio. O grupo é maravilhoso. Sempre tem um ou outro que sofre mais, mas na maioria somos equilibrados”, avaliou o técnico, minimizando o entusiasmo após a vitória sobre o Flamengo no último domingo, pelo Campeonato Brasileiro. “A cabeça está boa. Somos sempre os mesmos, independentemente do resultado”.

Um dos times mais badalados da temporada devido ao futebol vistoso e ofensivo, o Grêmio tem como principais dúvidas a escalação ou não do zagueiro Pedro Geromel e do atacante Luan. E, embora a dupla não tenha treinado nesta terça-feira, o técnico Renato Gaúcho também reforçou o mistério para o confronto.

“Às vezes o jogador não treina com bola e faz outro tipo de trabalho”, ponderou o treinador, desconversando sobre a ausência de Luan e Pedro Geromel. “Dependendo do jogador vale a pena esperar até o último minuto se vai jogar ou não”.

Renato Gaúcho avisou ainda que o Grêmio não vai repetir a apática atuação do último sábado, quando perdeu para o Vasco no Rio, pelo Brasileirão. “Conversei com o grupo logo depois do jogo no vestiário. Às vezes, é necessário um puxão de orelhas. Fica entre mim e o grupo. O que posso falar é que não vai acontecer a mesma coisa”, assegurou. “Não pode dar mole. Temos outra pedreira, outra carne de pescoço”.

 

Fonte: Istoé

Compartilhar

DISTRITO FEDERAL

Telefones Secretaria:
(61) 3381 9928
(61) 3254 6643
(61) 3263 8588
(61) 3263 8581

Whatsapp:
(61) 99575 9393

 


Atendimento Comercial

LUCAS CAETANO
(61) 99227 3742

JOÃO GABRIEL
(61) 99240 6734

RIO DE JANEIRO

(21)  2109-6857
(21) 97190 3073

JOINVILLE

(47) 3227 44 41
(47) 9609 0827