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Paula Pequeno - Títulos e História

PAULA PEQUENO

Títulos
Pela Seleção Brasileira

Campeã dos Jogos Olímpicos de Londres - 2012
Campeã dos Jogos Olímpicos de Pequim - 2008
MVP das Olimpíadas de Pequim - 2008
Campeã do Jogos Pan-Americanos - 2011
Campeã do Grand Prix - 2008
Campeã do Torneio de Voleibol Final Four - 2008
Campeã do Grand Prix - 2005
Campeã da Copa Pan-Americana de Voleibol Feminino - 2011
Campeã do Campeonato Sul-Americano de Voleibol Feminino
Campeã do Campeonato Sul-Americano de Voleibol Feminino - 2007
Campeã do Torneio de Courmayeur - 2005
Campeã do Montreux Volley Masters - 2005
Campeã do Campeonato Sul-Americano de Voleibol Feminino - 2003

 

Juvenil
 Campeã do Campeonato Sul-americano de Voleibol Feminino Sub-20 2000
 Campeã do Campeonato Mundial de Voleibol feminino sub-20 2001

Vice-campeã da Copa do Mundo de Vôlei - 2003
Vice-campeã do Campeonato Mundial de Voleibol - 2006
Vice-campeã do Jogos Pan-Americanos - 2007
Vice-campeã da Copa do Mundo de Vôlei - 2007
Vice-campeã da Copa dos Campeões - Japão 2009
Vice-campeã do Grand Prix de Vôlei - Ningbo 2010
Vice-campeã do Grand Prix de Vôlei - Macau 2011
Vice-campeã do Grand Prix de Vôlei - Ningbo 2012

Clubes

Leite Moça/Jundiaí
Campeã do Sul-americano de Clubes - 1997
Campeã do Campeonato Paulista - 1997
Vice-campeã da Superliga - 97/98

Finasa/Osasco
Octacampeã do Campeonato Paulista de Voleibol Feminino - 2001, 2002, 2003, 2004, 2006, 2007, 2008 e 2009
Tricampeã da Superliga - 02/03, 03/04, 04/05
Campeã da Copa Brasil de Vôlei 2008
Tricampeã da Salonpas Cup 2002, 2005 e 2008
Campeã da Copa São Paulo de Vôlei 2006
Vice-campeã da Superliga 01/02, 05/06, 06/07, 07/08 e 08/09
Vice-campeã da Copa Brasil de Vôlei 2007

Zarechie Odintsovo/Toyota
Vice-campeã da Copa Russa 2009
Campeã do Campeonato Russo de Voleibol 2009/2010

Volei Futuro/Reunidas
Campeã Jogos do Interior Santos 2010
Vice-campeã Campeonato Paulista 2010
Vice-campeã do Torneio Top Volley 2010
Campeã do Campeonato Paulista - 2011

Prêmios individuais
Seleção Brasileira
Melhor atacante do Campeonato Sul-americano Juvenil de Voleibol Feminino - 2000
MVP - Jogadora mais impressionante Copa do Mundo de Voleibol - 2003
MVP do Grand Prix - 2005 ( 3° melhor pontuadora, 9° melhor atacante, 11° melhor bloqueadora, 7° melhor defensora e 6° melhor passadora)
MVP do Campeonato Sul-americano de Voleibol Feminino - 2007
   
Clubes
Melhor Atacante da Superliga 2007
MVP da Copa Brasil de Vôlei - 2007
MVP da Copa Brasil de Vôlei - 2008
Dentre vários prêmios de melhor em quadra.

História de PAULA PEQUENO

Diferente do que alguns podem imaginar, a vida de Paula Pequeno no vôlei começou como torcedora. Aos 12 anos, ela assistia a uma partida de seu irmão Cláudio e, lá mesmo da arquibancada, sua presença no ginásio não passou despercebida pelo técnico Jorge Gabiru, que, impressionado com sua altura, a convidou para uma seletiva da ASBAC – Associação dos Servidores do Banco Central, em Brasília, dando início à sua trajetória de sucesso.

O contato de Paula com o esporte, porém, já havia acontecido algum tempo antes, ainda dentro de casa. O vôlei sempre esteve enraizado em sua família, começando por sua mãe Gercione Leite Marques, a Gê, atacante do time de vôlei do Ministério da Educação – CAPES/MEC, que sempre levava os filhos para os jogos de final de semana.

Em meados da década de 80, o vôlei brasileiro vivia um momento de solidificação com estrelas como Jacqueline e Vera Mossa. Nesta época, Paula tinha apenas três anos, mas já demonstrava curiosidade no esporte ao esticar os bracinhos pronunciando “chechete, mamãe”, tentando se referir à manchete, técnica de recepção utilizada no esporte.  Além de se espelhar na mãe e no irmão para seguir na carreira, Paula teve o incentivo e apoio do tio Max, irmão de Gê. O tio, outro aficionado por esportes, foi fundamental para a consolidação de sua carreira, já que a levava para os treinos e acompanhava todos seus jogos desde o início.

Em 1994, aos 12 anos, começou a atuar pela “ASBAC – Associação dos Servidores do Banco Central”, e aos 13 já estava na seleção brasiliense de vôlei. Em 1996, ainda em Brasília, recebeu convite para testes nas equipes Nestlé, E.C.Pinheiros e BCN, em São Paulo. A mudança para São Paulo aconteceu no ano seguinte, quando entrou para o BCN. No mesmo ano, mudou para a equipe Nestlé, atuando ao lado da jogadora Leila. Em 1998, aos 16 anos, Paula foi para o Dayvite, onde conheceu o técnico José Roberto Guimarães e dividiu as quadras com Ana Moser, de quem já era fã incondicional. No ano seguinte, Paula retornou para o BCN, que, mais tarde, passaria a se chamar FINASA/Osasco, que deu origem anos mais tarde ao Sollys/Osasco, equipe que ficaria na história de Paula para sempre.

Aos quinze anos, a atleta treinou por seis meses com a seleção brasileira juvenil, mas a estreia com a “amarelinha” ocorreu aos 17 anos. Aos 18, recebeu sua primeira medalha como vice-campeã mundial. Em 2001, aos 19 anos, sagrou-se campeã mundial na categoria sub-20, e no ano seguinte começava a figurar na seleção principal.

Com uma carreira meteórica e apontada como a grande esperança do Brasil nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, Paula se preparava para estrear na mais importante competição do planeta quando uma grave lesão no joelho esquerdo a privou do sonho olímpico daquela vez.

Para Paula, pior do que ficar fora da competição foi assistir pela TV à derrota do Brasil nas semifinais para a Rússia, no inesquecível jogo em que o time esteve a um ponto de fechar a partida, mas foi superado pela frieza e disciplina das russas, que viraram o jogo de maneira dolorida para as brasileiras.

O sentimento de impotência por estar distante de suas companheiras foi muito doloroso, e a cabeça de Paula se focou na recuperação e na sua reintegração à seleção, que ocorreu em 2005, início do ciclo olímpico de Pequim.

A volta por cima de Paula após a lesão começou com os títulos do Grand Prix com a seleção em 2005 e 2008, mas não parou por aí. O ciclo olímpico de Pequim chegava a seu final com a expectativa dos jogos no país asiático em 2008, quando as brasileiras entraram como favoritas, mas ainda traumatizadas com a derrota na final de quatro anos antes, ainda sem Paula.

Com uma campanha quase perfeita, porém, o time liderado por José Roberto Guimarães não deu chance para as adversárias, perdeu apenas um set na competição e chegou à tão sonhada medalha olímpica na China. O grande destaque daquele time foi justamente Paula Pequeno, eleita a MVP dos Jogos Olímpicos naquele inesquecível ano na carreira da ponteira, que ainda marcou presença entre as dez melhores atletas da competição em três fundamentos: ataque, bloqueio e defesa.

Depois de ganhar a medalha de ouro e ser MVP nos jogos olímpicos de Pequim-2008, Paula chegou a Londres como uma das líderes e mais experientes da equipe comandada por José Roberto Guimarães.

Após a conquista do Bi Olímpico em Londres, a atleta consagrou ainda mais a sua passagem de muitos anos pela seleção.

“…Foi uma Olimpíada marcada por momentos muito difíceis mas que com a colaboração e entrega total de todas nós, conseguimos mais uma vez confirmar a nossa competência trazendo para o Brasil a segunda medalha de ouro consecutiva em Jogos Olímpicos e marcar o nome deste grupo na história do esporte brasileiro para sempre”

Dona de uma liderança nata, Paula se sente muito orgulhosa por todos os anos dedicados ao nosso País e será lembrada para sempre como uma grande guerreira, munida de coragem, entusiasmo e paixão pelo seu esporte.

A trajetória de Paula Pequeno também é vitoriosa nos clubes pelos quais passou durante sua carreira. A ponteira fez história no Osasco, equipe que passou onze anos de sua carreira e conquistou o tricampeonato da Superliga e o octacampeonato Paulista. Além do ASBAC, Nestlé, Dayvit, Osasco e Vôlei Futuro, Paula também jogou fora do país em duas oportunidades: no Zarechie Odintsovo, da Rússia, de 2009 a 2010, onde foi campeã russa, e no Fenerbahçe, da Turquia, de 2012 a 2013, ano em que fez sua “volta para casa” para defender a equipe do Brasília Vôlei na Superliga.

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História do TÊNIS DE MESA

O tênis de mesa surgiu na Inglaterra no século XIX. Imitando o jogo de tênis em um ambiente fechado, objetos do dia a dia eram usados como equipamento: uma fileira de livros poderia ser usada como rede, uma rolha de garrafa como bola e uma caixa de charutos como raquete.

A popularidade do jogo fez com que as empresas de brinquedos iniciassem a venda de equipamentos comercialmente. As raquetes antigas eram muitas vezes feitas de madeira que gerava muito barulho, criando o nome ping pong. A partir daí o nome ping pong foi largamente usado até que a empresa inglesa J. Jaques registrou a marca em 1901 e então os outros fabricantes passaram a usar o nome tênis de mesa. O mesmo ocorreu nos Estados Unidos onde Jaques vendeu os direitos do nome ping pong para os Parker Brothers.

Uma inovação importante veio com James Gibb, um inglês apaixonado pelo jogo, que descobriu umas bolas de celuloide em uma viagem aos Estados Unidos em 1901 e achou que seriam ideais para o jogo. Logo em seguida, em 1903, E.C. Goode inventou uma versão moderna da raquete, com uma borracha colada sobre a lâmina de madeira.

A popularidade do tênis de mesa cresceu em 1901 quando torneios foram organizados, livros foram escritos e um Mundial não oficial ocorreu em 1902. Em 1921, foi criada uma Associação de Tênis de Mesa e, logo em seguida, a Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF) em 1926. Londres sediou o primeiro Mundial em 1927. Mas só em 1988, em Seul o esporte se tornou Olímpico.

No fim de 2000, as antigas bolas de 38 mm foram oficialmente trocadas pelas de 40 mm. Tal medida foi tomada para aumentar a resistência do ar sobre a bola e efetivamente tornar o jogo mais lento. Já naquela os jogadores começaram a aumentar a grossura da esponja da borracha tornando o jogo extremamente rápido. Após a mudança espera-se que o tênis de mesa seja mais fácil de ser assistido e que assim o esporte ganhe popularidade.

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A GINÁSTICA RÍTMICA

A ginástica rítmica, também conhecida como GRD ou ginástica rítmica desportiva (nomenclatura antiga), é uma ramificação da ginástica que possui infinitas possibilidades de movimentos corporais combinados aos elementos de balé e dança teatral, realizados fluentemente em harmonia com a música e coordenados com o manejo dos aparelhos próprios desta modalidade olímpica, que são a corda, o arco, a bola, as maças e a fita. Praticada apenas por mulheres em nível de competição, tem ainda uma prática masculina surgida no Japão. Pode ser iniciada em média aos seis anos e não há idade limite para finalizar a prática, na qual se encontram competições individuais ou em conjunto. Seus eventos são realizados sempre sobre um tablado e seu tempo de realização varia entre 75 segundos, para as provas individuais, e 150 para as provas coletivas.

A ginástica rítmica desenvolve harmonia, graça e beleza em movimentos criativos, traduzidos em expressões pessoais através da combinação musical, teatral e técnica que transmite, acima de tudo, satisfação estética aos que a assistem. Surgida através dos estudos de Rousseau, assim como as demais modalidades, transformou-se durante o passar dos anos, sempre ligada à dança e à musicalidade, até chegar à União Soviética, onde se desenvolve como prática desportiva, e à Alemanha, onde ganhou os aparelhos conhecidos hoje.

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Metodologia de Ensino GR - Escola de Ginástica Rítmica

A aptidão esportiva é desenvolvida de uma maneira prazerosa, auxiliando a criança a socializar e conhecer seus limites.

A metodologia “Formando Campeões”, leva em conta cinco pontos distintos: motor, cognitivo, psicológico, filosófico e
social, que contribuem para o desenvolvimento harmonioso e integral dos alunos. Mais do que descobrir futuros atletas
olímpicos, temos a missão de transformar a atividade física em benefícios para a vida dos alunos.
O fascínio pelo esporte é cada vez maior e sua prática, dia a dia, conquista mais adeptos. A cultura esportiva se difunde
de tal forma que o esporte faz parte da vida das pessoas. A prática esportiva deve amparar-se em procedimentos
pedagógicos com base em duas referências: Esportiva e Socio-Educativa.

Os “Centros de Treinamento” funcionam em parceria com grandes instituições de ensino, desta forma, conseguimos atender os nossos atletas sempre numa excelente estrutura.

Convidamos a todos os interessados a fazerem aulas experimentais e aprovarem nosso método.

A grande motivação de todas as categorias, são as equipes de competição, que são montadas com atletas selecionados nas peneiras de todas as unidades em cada região, visando disputarem os principais campeonatos e torneios da sua cidade.

Em finais de semana pré-agendados, são desenvolvidas atividades que estão divididas em:

– Testes de passagem de nível (básico, intermediário e avançado)
– Excursões a jogos e treinos (área reservada na arquibancada)
– Palestras educacionais ligadas ao esporte, educação e cidadania
– Amistosos e jogos diversos, com presença de grandes ATLETAS e convidados
– Jogos recreativos dos pais e professores entre as instituições de ensino

Ao final de cada semestre, faremos um evento reunindo todos os atletas, a fim de confraternizarmos ao lado de ídolos do Esporte.

Detecção de talentos

Estaremos sempre observando nossos atletas de maior aptidão, a fim de identificar os mais talentosos e assim trabalhamos no sentido de orientar e indicar nossos atletas para os principais Clubes do Brasil e do exterior, visando a profissionalização do atleta.

Os treinos são aplicados e supervisionados por profissionais altamente experientes e gabaritados, referencia nas suas modalidades.

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Aparelhos da Ginástica Rítmica

São cinco os aparelhos utilizados pelas ginastas nesta modalidade, descritos da seguinte forma:

    Corda - Pode ser feita de cânhamo ou qualquer material sintético, desde que permaneça leve e flexível. Seu tamanho é proporcional à altura da ginasta. Esse aparelho possui também nós em suas extremidades. As extremidades da corda podem ser recobertas com material antiderrapante em cor neutra. Os elementos podem ser realizados com a corda aberta ou dobrada, presa em uma ou nas duas mãos, em direções diferentes, sobre diferentes planos, com ou sem deslocamento, com apoio sobre um ou os dois pés ou sobre uma outra parte do corpo. As ginastas lançam e recuperam a corda executando saltos, giros, ondulações e equilíbrio.

    Arco - O arco é feito de madeira ou plástico, sendo importante que o material não deforme ou seja muito pesado. Possui entre 80 e 90 cm de diâmetro interno e pesa pelo menos de 300 mg. Deve ser rígido, mas sem se dobrar. Este aparato define um espaço, que deve ser usado plenamente pela ginasta, movendo-se de acordo com o círculo formado. São requeridas frequentes trocas de mãos e uma boa coordenação de movimentos. O formato do arco ou aro, como também é chamado, favorece rolamentos, passagens, rotações, saltos e pontes.

    Bola - Feita de plástico ou de borracha, deve ter um diâmetro entre 18 e 20 cm e pesar pelo menos 400 mg. Único aparelho que não é permitido permanecer em contínuo contato com a atleta, a bola deve estar em constante movimento pelo corpo ou em equilíbrio. Jogada e recuperada com controle e precisão, é um elemento dinâmico que valoriza a série da ginasta. Os elementos corporais devem ser executados sobre o apoio de um ou dois pés ou qualquer outra parte do corpo e devem ter forma fixa, ampla e bem definida.

    Maças - São feitas de madeira ou plástico e devem ter entre 40 e 50 cm de comprimento e pesar pelo menos 150 mg cada. A parte mais grossa é chamada de corpo, a parte mais afilada, de pescoço e a parte formada por uma esfera de 3 cm de diâmetro é a cabeça. Delicadeza das mãos é fundamental para se trabalhar bem com esse aparelho. A ginasta usa as maças para executar rolamentos, círculos, curvas e formar o número máximo possível de figuras assimétricas, combinando-as com várias figuras formadas apenas pelo corpo. Exercícios com as maças requerem alto grau de ritmo, coordenação e precisão para boas recuperações.

    Fita - É considerado o aparelho mais plástico da ginástica rítmica e composto por duas partes: o estilete, uma vareta que segura a fita e que pode ser feito de madeira, bambu, plástico ou fibra de vidro e deve medir 0.5 cm de diâmetro e entre 50 e 60 cm de comprimento. Sua forma pode ser cilíndrica, cônica ou uma combinação das duas formas; a fita é de cetim ou outro material semelhante, desde que não engomado. Seu peso não deve ultrapassar 35 mg e deve ter no máximo 4 e 6 cm de largura e 6 metros de comprimento para ginastas de nível adulto. Longa, pode ser lançada em qualquer direção para criar desenhos no espaço, formando imagens e formatos de todo o tipo. Serpentinas, espirais e arremessos exigem da ginasta coordenação, leveza, agilidade e plasticidade.

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Movimentos da Ginástica Rítmica

Os chamados elementos corporais são a base dos exercícios individuais e de conjuntos, que podem ser realizados em várias direções, planos, com ou sem deslocamento, em apoio sobre um ou dois pés e coordenados com movimentos de todo o corpo. Andar, correr, saltar, saltitar, balançar, circundar, girar, equilibrar, ondular, lançar e recuperar são elementos corporais obrigatórios e acompanhados por estímulo musical.[5] Durante a realização dos movimentos, a graça e a beleza deles também contam na avaliação das árbitras, já que a harmonia com a música deve gerar interação, além de demonstrar entrosamento nas apresentações de grupo. Entre os principais elementos corporais realizados nesta modalidade estão:[18]

    O equilíbrio: na qual a atleta se posiciona sobre uma das pernas e levanta a outra (a característica do equilíbrio na GR é que quando a ginasta assume essa posição o pé de apoio deve encontrar-se em meia-ponta, contudo é possível executar alguns equilíbrios com o pé no chão com um decréscimo de um décimo no valor do equilíbrio). [19]

    A onda: com flexibilidade, a ginasta executa movimentos ondulatórios transcorrendo por toda a extensão do seu corpo, podendo ser feito na vertical ou horizontal.

    O moinho: no qual a atleta consegue, com a ajuda de aparelhos como as maças e as cordas, formar um círculo à sua volta com os movimentos dos braços.

    O pivô ou pivot: que trata de uma rotação de 360º sobre um pé ou outras partes do corpo.

    O véu: que são os movimentos de rotação de uma corda em torno do corpo da atleta.

Esses movimentos básicos, no entanto, unem-se a outros, de acordo com o aparelho específico utilizado na apresentação. Apesar disso, não deixam de ser variações apenas dos movimentos listados acima. São exemplos: equilíbrio em prancha, salto Cabriole, pivot 360º em retiré e onda lateral.

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