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Nadal brilha, derruba gigante sul-africano e conquista tri no US Open

(Rafael Nadal brilhou e não deu chances ao adversário Foto: REUTERS/Mike Segar)

O tricampeonato veio com passeio na decisão. O espanhol Rafael Nadal dominou o sul-africano Kevin Anderson, 32º do ranking da ATP, e conquistou o terceiro título de US Open, com uma vitória tranquila por 3 sets a 0, parciais de 6/3, 6/3 e 6/4, em 2h27, neste domingo. Este é o 16º Grand Slam da carreira do atual número 1 do mundo, que ainda segue atrás do suíço Roger Federer, maior vencedor de Slams na história, com 19 troféus. Nadal tem agora 23 finais de Majors, com 16 vitórias e sete vice-campeonatos, um aproveitamente de quase 70%. Contra o azarão, perdeu apenas dez games para levar o segundo Grand Slam em 2017. 

Foi o quinto título em 2017 para o número 1 do mundo. O Touro Miúra foi campeão nos ATPs 500 de Barcelona, Masters 1000 de Monte Carlo e Madri, e Roland Garros, todos no saibro. Ele também fez a final no Aberto da Austrália neste ano, mas foi superado por Federer. A última vez que Rafael Nadal levou dois Grand Slams na mesma temporada foi em 2013, quando levou o segundo título no US Open e o octa em Roland Garros. 

- Foram duas semanas muito especiais para mim. Pessoalmente, foi inacreditável o que aconteceu neste ano depois dos problemas e das lesões. O início da temporada foi muito emocionante. Fechar o ano do Grand Slam vencendo aqui em Nova York, com essa torcida incrível, me deixa muito, muito feliz - comemorou o tricampeão após o resultado, referindo-se aos problemas físicos que teve desde 2014, o mais grave no punho direito. Ele optou por encerrar sua temporada mais cedo, em outubro de 2016, para se recuperar das dores e voltar 100% neste ano. 

Anderson, de 2,03m, pouco conseguiu fazer diante da superioridade de Rafael Nadal. Disparou apenas 10 aces e acertou menos de 60% no primeiro serviço. O sul-africano tentou encurtar os pontos indo à rede, mas não teve sucesso, vencendo apenas 47% dos pontos. Nadal, por sua vez, venceu 80% dos pontos com o primeiro serviço e não enfrentou um break point sequer durante toda a final. 

- Rafa, você é um ídolo para mim e mostrou hoje porque é um dos maiores. Não é o resultado que eu gostaria, espero voltar. Foi um dia difícil para mim, enfrentei um oponente muito bom. Estou satisfeito pelas duas semanas que tive - afirmou o sul-africano na cerimônia de premiação. 

Com o resultado, o tenista espanhol, de 31 anos, vai se isolar no topo do ranking mundial. Nadal abriu quase 2 mil pontos de vantagem para Roger Federer: 9465 contra 7505 do 2º colocado. Eles continuam a briga pelo número 1 até o fim da temporada, mas o canhoto de Mallorca é grande favorito para fechar o ano como líder. 

A última vez que Nadal havia sido campeão em um torneio na quadra dura foi em janeiro de 2014, no ATP 250 de Doha. Desde então, ele disputou 34 competições no piso e não conseguiu levantar o troféu em nenhuma delas. No caminho até o título, Nadal não precisou disputar o set decisivo em nenhuma partida e sequer enfrentou tenistas top 20. 

Os 16 títulos de Grand Slam de Rafael Nadal

Título Ano Adversário na final Placar na decisão
1º - Roland Garros 2005 Mariano Puerta [ARG] 6/7, 6/3, 6/1 e 7/5
2º - Roland Garros 2006 Roger Federer [SUI] 1/6, 6/1, 6/4 e 7/6
3º - Roland Garros 2007 Roger Federer [SUI] 6/3, 4/6, 6/3 e 6/4
4º - Roland Garros 2008 Roger Federer [SUI] 6/1, 6/3 e 6/0
5º - Wimbledon 2008 Roger Federer [SUI] 6/4, 6/4, 6/7, 6/7 e 9/7
6º - Aberto da Austrália 2009 Roger Federer [SUI] 7/5, 3/6, 7/6, 3/6 e 6/2
7º - Roland Garros 2010 Robin Soderling [SUE] 6/4, 6/2 e 6/4
8º - Wimbledon 2010 Tomas Berdych [TCH] 6/3, 7/5 e 6/4
9º - US Open 2010 Novak Djokovic [SER] 6/4, 5/7, 6/4 e 6/2
10º - Roland Garros 2011 Roger Federer [SUI] 7/5, 7/6, 5/7 e 6/1
11º - Roland Garros 2012 Novak Djokovic [SER] 6/4, 6/3, 2/6 e 7/5
12º - Roland Garros 2013 David Ferrer [ESP] 6/3, 6/2 e 6/3
13º - US Open 2013 Novak Djokovic [SER] 6/2, 3/6, 6/4 e 6/1
14º - Roland Garros 2014 Novak Djokovic [SER] 3/6, 7/5, 6/2 e 6/4
15º - Roland Garros 2017 Stan Wawrinka [SUI] 6/2, 6/3 e 6/1
16º - US Open 2017  Kevin Anderson [AFS] 6/3, 6/3 e 6/4

O jogo

Rafael Nadal pressionou o serviço do adversário desde o início da partida e teve quatro chances de quebrar até o quinto game. Enquanto o azarão sofria para confirmar, o número 1 do mundo seguiu tranquilo no serviço. Anderson não aguentou e foi quebrado com um erro, permitindo que Nadal passasse à frente pela primeira vez e abrisse 4/3 no 1º set. Com um belo voleio, o espanhol quebrou novamente para fechar a primeira parcial vencendo 48% dos pontos na devolução. 

Kevin Anderson não brilhou no serviço e virou presa fácil (Foto: REUTERS/Shannon Stapleton) 

O roteiro se repetiu no segundo set. O espanhol obteve a única quebra da parcial no sexto game e não foi ameaçado no serviço. Com tranquilidade, o canhoto de Mallorca venceu o segundo set com o mesmo placar. Foi questão de tempo até o Touro Miúra colocar as duas mãos no troféu. Quebrou logo no início do set decisivo e administrou a vantagem. O game decisivo foi o único em que Anderson conseguiu vencer três pontos no mesmo game. Matando ponto no voleio, Nadal finalizou para conquistar o US Open pela terceira vez.

Fonte: SporTV

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Brasil vence Estados Unidos e conquista medalha de prata na Copa dos Campeões

(Brasil vence Estados Unidos na Copa dos Campeões Foto: Divulgação/FIVB)

Sem chances de título, a seleção brasileira entrou em quadra neste domingo em busca da medalha de prata na Copa dos Campeões e venceu os Estados Unidos por 3 sets a 0 (25/20, 25/23 e 25/19). Com o resultado, as meninas terminam a competição em segundo lugar. Tandara e Gabi lideraram a equipe contra as americanas e foram as maiores pontuadoras da partida com 16 cada. O time de José Roberto Guimarães fez uma campanha inconsistente no Japão e com duas derrotas no campeonato, não tinha mais chances de ultrapassar a China, campeã do torneio. 

A Copa das Campeões encerra a temporada da seleção feminina neste ano. O Brasil conquistou o título de três das quatro competições que participou. As meninas foram campeãs no tradicional torneio de Montreux, no Grand Prix e no Sul-Americano, que garantiu vaga no Mundial de 2018, que será disputado no Japão. 

- Conseguimos um resultado importante contra um adversário de alto nível. O nosso time foi muito eficiente na proposta do jogo e esteve concentrado durante todo o confronto. Fizemos uma partida boa em todos os fundamentos. Foi um ano muito importante em termos de trabalho e resultado para essa nova geração. A temporada foi especial, onde esse grupo se dedicou muito. Elas entraram de cabeça no projeto e com um foco muito grande. Esse é o caminho, mas ainda temos muito trabalho pela frente. Ainda apresentamos alguns altos e baixos e precisamos de mais regularidade. Tivemos um ótimo ano e esse grupo está de parabéns - avaliou o técnico José Roberto Guimarães. 

O Jogo

O Brasil entrou em quadra impondo o ritmo de jogo. Rapidamente a seleção abriu o placar e conquistou uma pequena vantagem. No tempo técnico, as brasileiras estavam dois pontos na frente: 8 a 6. Em uma ótima passagem de Tandara pelo saque, as meninas conseguiram aumentar ainda mais a distância. A oposta da seleção fez diferença no serviço e desequilibrou a partida no primeiro set. Com o bloqueio e recepção funcionando, as comandadas de Zé Roberto precisaram apenas administrar o marcador para fechar a primeira parcial em 25 a 20. 

O segundo set começou novamente com domínio das brasileiras. Natália explorou bem o bloqueio americano pela ponta e marcou para o Brasil: 6 a 4. O time dos Estados Unidos seguiu na cola das brasileiras e também explorando a rede encostou no placar deixando tudo igual em 8 a 8. O jogo seguiu bastante equilibrado, mas as americanas conseguiram a virada. Gabi subiu sozinha na rede para empatar a partida e na sequência, a ponteira da seleção ganhou mais um ponto no desafio. Com dois saques fortes, o time dos Estados Unidos conseguiu virar mais uma vez e abrir uma vantagem de dois pontos: 20 a 22. O Brasil não se entregou e encostou de novo. Natália marcou duas vezes seguidas pela ponta e fechou o segundo set em 25 a 23.  

As americanas voltaram para o terceiro set mais atentas e se aproveitaram de alguns erros da seleção brasileira. Os Estados Unidos abriram o placar e conquistaram uma certa vantagem. As meninas do Brasil precisaram correr atrás do placar, e em uma ótima jogada da capitã Natália viraram o jogo: 8 a 7. Tandara voltou a desequilibrar a partida, desta vez marcando pela ponta. Mesmo cometendo alguns erros na recepção, a seleção conseguiu abrir uma diferença de quatro pontos e deixou o placar em 19 a 15. No erro de saque das americanas, o Brasil encerrou a partida com vitória e a parcial em 25 a 19. 

Tabela 
05.09 – Brasil 3 x 1 Rússia (25/17, 23/25, 25/23 e 25/12) 
06.09 – Brasil 2 x 3 China (20/25, 12/25, 25/20, 25/23 e 17/19)
08.09 – Brasil 2 x 3 Japão (25/18, 25/27, 25/15, 16/25 e 6/15).
09.09 – Brasil 3 x 0 Coréia do Sul (25/15, 25/10 e 25/23)
10.09 – Brasil 3 x 0 Estados Unidos (25/20, 25/23 e 25/19) 

Classificação final: 
1º - China
2º - Brasil
3º - Estados Unidos 
4º - Rússia
5º - Japão
6º - Coréia do Sul

Fonte: Globo Esporte

 

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Vitória em clássico encerra jejum de dois anos e meio do Botafogo contra o Flamengo

(Roger marcou dois gols sobre o Flamengo Foto: Márcio Alves / Agência O Globo)

Ao ganhar do Flamengo por 2 a 0 neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro, o Botafogo acabou com um longo e incômodo jejum para o clube. Fazia dois anos e meio que uma vitória sobre o rival não acontecia. 

A última foi no dia 1º de março de 2015, pelo Campeonato Carioca. O Botafogo venceu aquele jogo por 1 a 0, com um gol aos 38 minutos do segundo tempo de Tomas Bastos, meia que hoje faz parte do elenco do Coritiba. 

Desde então, foram oito partidas. Número que só não foi maior porque os clubes não se cruzaram nas fases agudas do Estadual em 2015 e em 2016 e também devido ao fato de o Botafogo ter sido rebaixado no Brasileiro de 2014 e, por isso, disputado a Série B no ano seguinte.  

"Foi uma boa vitória, tivemos o controle da partida", disse o técnico Jair Ventura, analisando a vitória deste domingo, antes de lembrar que ainda não sabia como era ganhar do Flamengo desde que virou o comandante do Botafogo.

"Tinha um tabu, já que na última vitória eu era auxiliar, mas isso não incomoda. Hoje passou. Agora é virar a chave pra a Copa Libertadores", afirmou Jair, que fazia parte da comissão técnica de René Simões naquele duelo de 2015.

Fonte: ESPN

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Satisfeito com empate no Maracanã, Mano Menezes alerta: "Não vamos nos iludir"

Mano Menezes, técnico do Cruzeiro, na decisão da Copa do Brasil (Foto: Rafael Ribeiro/Light Press)

O empate por 1 a 1, contra o Flamengo, no Maracanã, no primeiro jogo da final da Copa do Brasil, deixou o técnico Mano Menezes satisfeito. A grande decisão será no Mineirão, no próximo dia 27. Uma vitória simples garante o penta da competição ao Cruzeiro. A torcida está animada e lotará o Gigante da Pampulha. O treinador sabe da euforia, mas garante que o time é experiente e está focado o bastante para "não se iludir". 

- O objetivo de quem chega à final é ser campeão. É o mesmo objetivo de Flamengo e Cruzeiro. Nós fizemos a primeira parte, passamos a semana dizendo que não se pode jogar 90 minutos só, é pouco, pode não ser o suficiente, mesmo o segundo jogo sendo em casa. Fizemos a primeira parte e temos que fazer a segunda. Não vamos nos iludir com facilidades, antes da hora. Não é assim. Minhas equipes entendem isso muito bem. Sempre trabalho uma conscientização muito grande de o que é ser campeão. É um grupo muito seleto de profissionais que chegam para conquistar uma Copa do Brasil. Nós chegamos numa condição que gostaríamos de chegar. Segundo jogo, na nossa casa, jogando por uma vitória. É isso que vamos fazer, e vamos trabalhar para isso, sempre com muito respeito, porque sabemos que do outro lado tem um grande adversário. 

Na partida, o Cruzeiro jogou fechadinho e aguardou o Flamengo no campo de defesa, em busca dos contra-ataques, que não apareceram. Levou um gol aos 30 minutos do segundo tempo, após conclusão de Lucas Paquetá, em posição de impedimento, que deixou Fábio na bronca. A equipe celeste não se abateu e teve forças para o buscar o empate com Arrascaeta.

Os gols de Flamengo 1 x 1 Cruzeiro pelo primeiro jogo da final da Copa do Brasil 

- Um bom resultado. Porque ótimo resultado seria a vitória. Mas penso que não merecemos vencer. Foi um jogo díficil mesmo. Era de se esperar que fosse dessa forma. O Flamengo conseguiu controlar bem o jogo, criando as iniciativas. Até iniciamos bem, depois da metade do primeiro tempo, até o final, não conseguimos mais segurar a bola na frente. Aí você passa a ser atacado com muita frequência. Erramos muito a saída de bola. Algumas questões são normais, outras estivemos abaixo. Mas tudo dentro da normalidade para esse jogo. Saímos atrás. Tivemos forças para buscar o empate. 

Após o gol de Arrascaeta, o Cruzeiro ainda teve duas oportunidades de sair em contra-ataque. Porém, os jogadores já estavam desgastados, segundo Mano, e não tiveram forças para ampliar o marcador e, quem sabe, sair com um resultado ainda mais importante na decisão da Copa do Brasil.  

- Se tivéssemos um pouquinho mais de força física, no final, com Robinho, poderíamos ter virado o jogo, pelas duas chances que tivemos. Mas Robinho não tinha mais condições. É normal. Saímos com um bom resultado, que leva a decisão para a nossa casa, que era o mínimo que viemos buscar aqui. Saímos satisfeitos. Agora, vamos trocar o estádio e a cor da arquibancada, que fez muita diferença hoje e, certamente, vai fazer no Mineirão, no dia 27. 

Camisa 10 com estrela  

Arrascaeta vem entrando, aos poucos, no time do Cruzeiro. Ele se recuperou recentemente de uma lesão por estresse na tíbia da perna direita e, por isso, vem recebendo um cuidado especial do departamento médico do clube. Iniciou a final no banco de reservas e teve estrela para entrar no segundo tempo e empatar o jogo para a Raposa. Mano Menezes destacou a qualidade tanto do uruguaio quanto do grupo. Afinal, não se ganha uma competição com apenas 11 jogadores. 

 - Arrascaeta é um grande jogador, assim como os outros também são. Não se ganha título nenhum com 11 jogadores somente. Precisamos de um grupo. Um grupo que estava muito unido hoje no vestiário. Tem sido muito comprometido. Só podemos chegar ao título com isso e com um futebol bem jogado, que eles têm condições de fazer - Mano Menezes

- Hoje em determinado momento para as substituições, eu tive que segurar um pouquinho. Tanto que vocês viram que o Robinho terminou numa condição de desgaste total. Fábio deu um susto na gente na metade do segundo tempo, então tive que segurar. Mas aí entrou também um pouco de cuidado. O gol saiu bem na hora que eu ia fazer a troca. Sei que os jogadores como o Thiago, que estava com dois cartões amarelos, joga com um pouco de preocupação, e isso atrapalha o rendimento, sem dúvida nenhuma. A escolha foi por ele (tirar Thiago Neves), porque, na função, jogando por dentro, ele (Arrascaeta) pudesse colaborar com a equipe e ser importante como ele foi definindo o resultado do jogo, com o gol de empate. 

Quem joga? 

A decisão da Copa do Brasil será só no dia 27, mas as dúvidas na escalação já começam a surgir. Uma delas é: quem será o substituto de Rafael Sobis, que será desfalque devido ao terceiro cartão amarelo? Mano afirma que ainda não sabe, mas certo é que está entre o meia Arrascaeta e o atacante Raniel. 

- Em BH, vai jogar Arrascaeta ou Raniel. Continuaremos com essa dúvida. Tem que ter a dúvida para a posição.

Fonte: Globo Esporte

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Instável, Brasil sofre pane no fim e perde mais uma na Copa dos Campeões

Brasil x Japão - copa dos campeões (Foto: FIVB)

Embaladas pela torcida, as japonesas venceram uma seleção instável nesta sexta-feira em Nagoya, no Japão, pela terceira rodada da Copa dos Campões por 3 sets a 2 (25/18, 25/27, 25/15 e 6/15). O Brasil começou o jogo desatento, a recepção não foi a mesma vista nas últimas competições e o contra-ataque não era tão preciso como o do Japão. Mesmo reagindo durante a partida, as meninas não conseguiram evitar a derrota para as donas da casa, que foram eficientes na defesa e no ataque, e conseguiram desestabilizar as comandadas de Zé Roberto. 

Com mais uma derrota, a seleção brasileira se complica na competição. Depois de perder para a China e Japão, o Brasil tem apenas um vitória. Quartas colocado na tebela, as meninas encaram nas últimas duas rodadas a Coreia e o forte time dos Estados Unidos. A partida contra as corenas está marcada para às 3h40 deste sábado. 

O Jogo

O Brasil começou o jogo marcando o primeiro ponto e abrindo três, mas a vantagem das meninas logo diminuiu e as japonesas arrancaram a virada. Desatentas e cometendo alguns erros bobos, as comandadas de Zé Roberto não conseguiram reverter o placar e deixaram o Japão abrir quatro pontos de diferentça: 13 a 9. O técnico brasileiro foi obrigado a fazer algumas mudanças e colocou a levantadora Naiane no lugar de Roberta, e Monique no lugar de Ana Beatriz. Depois das substituições, a equipe brasileira pareceu estar mais entrosada, mas a distância no marcador era desfavorável e as japonesas conseguiaram fechar o primeiro set por 25 a 18. 

Zé Roberto desfez as mudanças, e Roberta e Ana Beatriz retornaram para a quadra na segunda parcial. O primeiro ponto do set foi decidido no desafio e as japonesas levaram a melhor. O Japão fez três pontos seguidos e conseguiu se manter na frente. Na reação brasileira, Tandara explorou o bloqueio e virou o jogo: 3 a 4. Bem mais atentas, as meninas do Brasil conseguiam colocar a bola no chão e as japonesas vinham coladas no placar. Depois do tempo técnico, o saque japonês fez diferença. Um ace e dois ótimos bloqueios deixaram as donas da casa mais uma vez na frente: 11 a 7. 

Zé Roberto precisou parar o jogo mais uma vez, e na volta, as japonesas cometeram dois erros seguidos, mas ainda lideravam o marcador. As donas da casa estavam imparáveis na defesa. Salvaram duas bolas muito difíceis, arrancaram um sorriso da treinadora Nakada Kumi e deixaram o marcador em 21 a 18. O técnico brasileiro mudou novamente a equipe. Com Amanda, Naiane e Monique em quadra, o Brasil salvou quatro set points seguidos e empatou a partida em 24 a 24. O jogo seguiu equilibrado. Em um ótimo ataque pelo meio, a central Ana Beatriz colocou a bola no fundo de quadra para fechar o segundo set: 25 a 27. 

Para o terceiro set, Zé Roberto decidiu manter algumas mudanças. Amanda e Monique permaneceram em quadra pelo Brasil, que abriu o placar. As substituições não fizeram o mesmo efeito da parcial anterior, e novamente as joponesas conseguiram se impor e arrancaram uma diferença de seis pontos: 7 a 1. Se do lado brasileiro o contra-ataque não funcionava tão bem, do outro lado da quadra o ataque do Japão era preciso. A distância só aumentava e o placar chegou a 14 a 4. Depois ficou complicado para as brasileiras. O jogo até seguiu mais equilibrado, mas diferença de dez pontos ficou irreversível e as donas da casa fecharam o set em 25 a 15. 

O Brasil voltou para o quarto set com novas substituições. A central Mara entrou no lugar de Ana Beatriz, e as brasileiras conseguiram abrir quatro pontos de vantagem logo no início da parcial. O bloqueio começou a funcionar, e pela primeira vez na partida, as brasileiras estavam na frente durante o tempo técnico: 3 a 8. Natália melhorou seu desempenho em quadra, arrancou um lindo bloqueio sozinha na rede e depois uma largadinha para fazer 4 a 13. A passagem de Rosamaria pelo saque também pressionou as japonesas, que se complicaram na recepção e deixaram a seleção abrir ainda mais. O Japão tentou reagir e as brasileiras seguiram colocando a bola no chão. No erro de saque das adersárias, o Brasil fechou a parcial por 25 a 16, empatando o jogo. 

 O Japão voltou melhor para quadra no tie-break e fez os três primeiros pontos da parcial. O saque japonês fez novamente a diferença, e a recepção brasileira parou de funcionar: 6 a 2. O bloqueio das donas da casa também foi eficiente e ficou claro que a seleção se desestabilizou do seu lado da quadra. O Brasil voltou a ter problemas para colocar a bola no chão, e Zé Roberto sacou Gabi do banco de reservas para o lugar de Rosamaria quando o placar apontou 11 a 4 para as japonesas. Quando as brasileiras se reencontraram na partida, já não era mais possível reverter a diferença, e o Japão fechou o jogo em 15 a 6.
 
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Liga Espanhola quer fazer jogos nos Estados Unidos e na China

(Real Madrid e Barcelona decidiram a Supercopa da Espanha Foto: LLUIS GENE / AFP)

Parece impossível, mas um clássico entre Barcelona e Real Madrid, pelo Campeonato Espanhol, poderá ser disputado nos Estados Unidos ou na China. Isso porque, segundo o jornal "Financial Times", a Liga Espanhola planeja levar algumas partidas para esses dois países. De acordo com o "As", o presidente da entidade, Javier Tebas, confirmou a informação.

A publicação afirma que a ideia surgiu quando, há algumas temporadas, a Liga começou a estudar a possibilidade de que a Supercopa da Espanha fosse realizada em apenas um jogo fora do território nacional, como acontece na Itália.

A ideia foi reforçada após o 'El Clasico' na pré-temporada ser um sucesso em Miami. Ceca de 66 mil pessoas estavam presentes do estádio. Um dirigente de uma empresa que promove eventos esportivos nos EUA confirmou as negociações com algumas ligas.

Fonte: Lance

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